A felicidade de psicografar um livro junto ao Espírito Vinicius (Pedro de Camargo), também traz momentos de adorável expectativa para saber e ver como ficará após ser editado, ou seja, como será a sua "cara" (RS).
O trabalho de correção, diagramação, composição artística da capa, enfim, a formatação do livro para que agrade ao leitor, fica sob a responsabilidade da editora.
A Editora com a qual compartilho o trabalho que realizo, como médium de psicografia, desde o ano de 2005, é a Lúmen Editorial, representada pelos queridos amigos Celso e Ricardo, que dispõe de uma competente equipe de trabalho.
E aí está o Amazonas da Noite!
Uma história que me cativou desde o início, pois trata de um assunto bastante pertinente a nós mulheres, ainda limitadas dentro de uma sociedade que evoluiu dentro de conceitos paternalistas/machistas; que, em muitas ocasiões, terminaram por transformar os relacionamentos em tristes momentos de desrespeito e violencia.
Amazonas da Noite é o nome de uma comunidade localizada em região de baixa vibração, que acolhe mulheres desencarnadas, vítimas de violencias inúmeras, ainda revoltadas e vingativas, e que sob o comando de sofrido espírito, que se denomina Pentesiléia, passam a viver alimentando o ódio e o desequilíbrio emocional e psíquico, com um único objetivo: VINGANÇA.
A adorável jovem Ana, membro da equipe de socorristas, sob a coordenação de Vinicius (Pedro de Camargo) e Ineque, acaba por lembrar-se de uma passagem por essa comunidade, momento em que dividiu o comando com Pentesiléia, com o nome de outra amazona famosa, Hipólita, e que acabou por definir o seu caminhar em direção de um mundo melhor. Ao lembrar-se desses momentos, Ana se dispõe a auxíliar no resgaste de suas irmãs amazonas, relacionamento ainda bastante doloroso, pois se originou em uma época vivenciada sob a visão distorcida por sentimentos desequilibrados.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
EU TENHO UM AMIGO CHAMADO JULIO

Eu tenho um amigo chamado Julio! Ele é assim: uma linda figura, nos dois sentidos, fisicamente e também na alma, que acaba por se refletir nos seus olhos, tornando-o único e de uma beleza assim... sentida e nunca descrita.
A primeira vez que vi esse querido amigo, foi na Sociedade Espírita Cáritas, ele veio para um atendimento fraterno, e a atendente seria eu, a Eliane Macarini.
Ninguém nos apresentou, nós já nos conhecíamos, não importando de onde e nem de quando.
Sentamos um na frente do outro e rimos muito, se me perguntarem o assunto não sei, mas lembro de cada momento, pois estava muito feliz, estava conversando com um amigo, no final não sabia mais quem era o atendente fraterno: eu ou ele?
Depois de algum tempo, nos despedimos, ele convidado a frequentar a sociedade, e ele compromissado a fazê-lo, então lembrei que nem sabia o nome do meu amigo:
- Qual o seu nome? - perguntei rindo.
- Julio e o seu é mesmo? - também rindo, pois até aquele momento não precisamos de nome para nos entender.
- Eliane. - respondi, mas até hoje, como na conversa somos: obsessor, obsessa, espírito das trevas, sombrio, etc., sempre com bom humor.
Hoje, voces acreditam, que nem sei há quanto tempo, ele ainda é o meu amigo, de quem sinto orgulho de acompanhar o caminho, pois é um caminho iluminado, como ele mesmo. Sempre digo, que se, pudesse escolher mais um filho seria ele, o AMIGO JULIO.
Acabei de vê-lo no facebook e senti necessidade de partilhar com aqueles que por aqui andam, esse bem maior, a felicidade de compartilhar o caminho com voce, meu amigo.
Bom dia, amigo
Que a paz seja contigo
Eu vim somente dizer
Que eu te amo tanto
Que vou morrer
Amigo... adeus
Que a paz seja contigo
Eu vim somente dizer
Que eu te amo tanto
Que vou morrer
Amigo... adeus
CARTAS PARA JULIETA
Há alguns anos, ainda morava em São Paulo, nos doces quinze anos de minha vida, presenciei uma cena que nunca se apagou de minha mente. Eu e uma amiga estávamos voltando da Feira dos Hippies, na Praça da República em São Paulo, bem ao lado do Colégio Caetano de Campos, na Avenida Ipiranga, ríamos muito entre um comentário e outro, e distraídas não percebemos o rapaz que vinha em nossa direção, então... minha amiga e o rapaz se encontraram em um abraço e, admirados, ficaram assim, um olhando para os olhos do outro.
Não sei quanto tempo foi, mas foi intenso encontro de duas almas que se entenderam em um segundo, um minuto ou uma hora.
Não sei quanto tempo foi, mas foi intenso encontro de duas almas que se entenderam em um segundo, um minuto ou uma hora.
Fiquei quieta, confesso que encantada com os sentimentos que via, uma troca de carícias em apenas um olhar, e a expressão de ambos era de deleite, de realização de um sonho, de encantamento mesmo.
Em poucos instantes uma vida inteira se passou, uma experiência incrível que apenas observei e ficou gravada em minha mente e em meu coração, tamanha a intensidade percebida e sentida.
Em poucos instantes uma vida inteira se passou, uma experiência incrível que apenas observei e ficou gravada em minha mente e em meu coração, tamanha a intensidade percebida e sentida.
Não sei ao certo o que os trouxe à realidade, mas eles se olharam com angústia, como quando acordamos de um sonho fantástico, sabendo que ele não mais se repetirá; as mão que antes ensaiavam um abraço, foram afrouxando e se afastando deprimidas e carentes.
Ambos sussurraram desculpas de olhos baixos, como envergonhados de não ter a coragem de segurar aquele momento.
Voltamos para casa, silenciosas, minha amiga quieta o resto do dia, apenas sorria entre lágrimas não explicadas. A noite nos encontrou deitadas em nossas camas, ainda silenciosas, então ela me disse:
- Amanhã volto lá, e depois e depois e depois, até o dia em que voltarei para minha casa.
Assim foi feito, mas o seu sonho ficou ali, esperando na esquina da Avenida Ipiranga com a Avenida São Luis.
Isso aconteceu há quase cinquenta anos, como no filme "Cartas para Julieta", e até hoje, eu sei que ela sonha com aquele momento mágico, onde encontrou um sentimento sem igual, que acabou por definir tudo em sua vida como nebuloso, pois nada nunca se comparou àquele momento, um sol divino e encantado.
Então, escrevo a todos que ainda sentem a incerteza de algumas escolhas, e se veem limitados entre o "e" e o "se", para dizer que sempre podemos recomeçar e resgatar nossos sonhos mais lindos.
Estou gostando de postar esse texto, e fico aqui imaginando, se aquele rapaz que teve um raríssimo encontro de amor na Avenida Ipiranga com a Avenida São Luiz, ficou tão impressionado com aquele sentimento de plenitude que o fez gozar uma felicidade sem igual, incomparável com tudo que sentiu até hoje, não teria a coragem de procurar o seu amor.
E se isso acontecer?
E se eu tiver a oportunidade de escrever uma nova história?
Não o final de uma história, mas um novo começo.
Não seria intrigante, saber que a vida sempre dá um jeito de nos proporcionar uma nova oportunidade?
Carta para Claire
“…’E’ e ‘Se’ são apenas duas palavras tão inofensivas quanto qualquer palavra. Mas coloque-as juntas, lado a lado, e elas têm o poder de assombrá-la pelo resto da sua vida.
‘E se’…
E se?
…
E se?
E se?
…
E se?
Não sei como sua história acabou. Mas se o que você sentia na época era amor verdadeiro, então nunca é tarde demais.
Se era verdadeiro então, por que não o seria agora?
Você só precisa ter coragem para seguir seu coração.
Não sei como é sentir amor como o de Julieta, um amor pelo qual abandonar os entes queridos, um amor pelo qual cruzar oceanos.
Mas gosto de pensar que, se um dia o sentisse, eu teria a coragem de aproveitá-lo.
E, se você não o fez, espero que um dia o faça."
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
AINDA SOBRE PRECONCEITO - HOMOSSEXUALIDADE
Tive a felicidade de psicografar o livro "Aldeia da Escuridão" com o querido amigo Vinicius (Pedro de Camargo), e um capitulo saltou aos meus olhos devido o raciocínio coerente de um dos personagens, o Dr. Adalton, quando conversando com seu filho Claudio, sobre o jovem Toni. Espero que gostem, confesso que me fez pensar, refletir, questionar meu posicionamento a respeito de alguns conceitos ainda pendentes em minha cabeça, ou definindo melhor o meu sentir: conflito caótico (RS).ALDEIA DA ESCURIDÃO
CAPÍTULO XVI
Servir a Deus e a Mamon - Salvação dos Ricos
1. Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque ou há de aborrecer um e amar ao outro, ou há de entregar-se a um e não fazer caso do outro; vós não podeis servir a Deus e às riquezas. (Lucas, XVI:13) – O Evangelho Segundo o Espiritismo – Capítulo XVI – Servir a Deus e a Mamon – Salvação dos Ricos – Ítem 1.
Adalton encontrava-se em sua residência, quando chegou Cláudio, seu filho de 32 anos, ainda solteiro.
- Boa noite, pai! E a mamãe está em casa? - Perguntou Cláudio.
- Não, ela foi à Casa Espírita, integrou-se a um grupo de iniciantes, ela e o Nelson, são os responsáveis em dirigir esse estudo. – Respondeu Adalton.
- Muito bom! A mamãe se realiza nesse tipo de trabalho. – Falou Cláudio.
- Por isso quando não precisamos mais de sua contribuição financeira para o sustento da casa, conversamos e decidimos que ela deveria se afastar do trabalho como secretária, e então passou a se dedicar ao trabalho voluntário. – Falou Adalton.
- E eu sei que ela muito tem ajudado. Outro dia mesmo encontrei aquela moça, psicóloga, que também é voluntária no orfanato, e ela me disse que eles agradecem muito o trabalho de mamãe junto às crianças e também na organização financeira da instituição. – Falou Cláudio.
- Você se refere à Mara? Ela tem estudado conosco, aqui em casa, as quarta-feiras. – Falou Adalton.
- Parece que, realmente, ela descobriu a Doutrina Espírita, senti que está encantada com o que vem descobrindo. – Falou Cláudio.
- E você? O que o traz aqui no dia de hoje? – Perguntou Adalton.
- Eu preciso ter uma conversa séria com você e mamãe, é a respeito do Toni. – Falou Cláudio.
Adalton abaixou a cabeça e perguntou:
- Pode ser comigo primeiro? – Perguntou Adalton.
- Eu até prefiro, mas depois precisamos falar com mamãe. Eu até acredito que você já saiba do assunto, mas sinto que é importante conversarmos a respeito, principalmente para ajudar o Toni. – Falou Cláudio.
- Pode falar, meu filho, eu apenas desconfio do que seja. – Respondeu Adalton.
- Pai, você sabe que o meu irmão sempre foi diferente, às vezes, eu atribuía suas esquisitices por ser temporão, hoje ele conta com vinte e três anos, e eu já tenho trinta e dois, são nove anos de diferença. Quando ele nasceu foi uma festa, pois nós já estávamos bem crescidinhos, então todos o mimamos muito, não parecia nosso irmão mais novo, mas sim responsabilidade de todos nós. – Falou Claudio
- E o menino era arteiro, como era danado! Nós não podíamos descuidar um só segundo dele, pois ele já estava aprontando. – Falou Adalton.
- Ele era levado da breca, como dizia a vovó Antonia, mas ele não era maldoso. Gostava de aventuras, mas agora estou preocupado demais com ele. Você sabe que ele nunca teve uma namorada que durasse mais de uma semana? E outro dia ele chegou à casa muito nervoso, e desde que ele foi morar comigo, há dois anos, para ficar próximo da faculdade, essa foi a primeira vez que o vi descontrolado. – Falou Cláudio.
- Realmente, é preocupante, pois o Toni é bastante calmo e somente toma decisões após pensar muito no assunto. Mas porque você fez o comentário de que os namoros de seu irmão não duram? – Comentou Adalton.
- Por que esse foi o motivo de sua irritação. Ele me disse, depois que insisti muito em saber o que estava acontecendo, que seus amigos de faculdade andam fazendo pilhérias com ele, justamente por não ter namorada. Disseram a ele que deve ser homossexual, e não nessas palavras, mas com termos de deboche. – Falou Cláudio.
- Meu Deus! Isso deve tê-lo magoado muito. – Falou Adalton.
- Por terem dito a ele que é homossexual? – Perguntou Cláudio.
- Não, pela falta de respeito da qual foi alvo, Toni leva muito em conta esse aspecto em seus relacionamentos, sejam de que tipo for. – Falou Adalton.
- Pai, eu vim até aqui, pois eu receio que realmente o Toni tenha tendências homossexuais. Por favor, não me leve a mal, eu só quero o bem de meu irmão, o senhor sabe o quanto nós o amamos. – Falou Cláudio, demonstrando constrangimento.
- Por que o receio, meu filho? – Perguntou Adalton.
- Como por que o receio? O senhor sabe que a homossexualidade é um desvio grave! – Respondeu Cláudio.
- O que sei é que a homossexualidade é uma anomalia comportamental do espírito que pode se manifestar por várias razões, todas ligadas às deficiências morais, devido desvios dessa ou de outras encarnações. O que sei é que precisamos entender que o Toni passa por momentos de expiação e de provação como todos nós, apenas suas dificuldades despertam atitudes preconceituosas de outras pessoas. – Respondeu Adalton.
- Pai eu não tenho preconceito contra meu irmão, apenas estou querendo ajudá-lo. – Respondeu Cláudio.
- Eu sei de suas boas intenções, vamos fazer uma comparação: lembra quando a Leia, sua irmã, durante a adolescência manifestou tendências a maledicência? – Perguntou Adalton.
- Lembro sim, nós conversamos sobre o assunto, quando o senhor nos pediu ajuda, dizendo que ela precisava de nosso apoio e de nossa compreensão e não de nossas críticas agressivas. – Respondeu Cláudio.
- O que há de diferente no caso de Toni? – Perguntou Adalton, olhando nos olhos de seu filho.
- Mas, pai, o caso é totalmente diferente, agora é assunto moral grave. – Afirmou Cláudio.
- E a maledicência? Não é também um vício moral grave? – Perguntou novamente Adalton.
- É diferente! É que a sociedade cobra muito esse tipo de comportamento, enquanto a maledicência... – Falou Cláudio.
- A maledicência pode até passar despercebida, não é? Então, nós não nos vemos expostos a opinião alheia, e como resultado nosso orgulho não é ferido, enquanto que ter um homossexual na família, soa como defeito de todos, isso nos deixa extremamente envergonhados. – Falou Adalton.
- O senhor está sendo duro comigo. – Falou Cláudio.
- Estou dizendo alguma bobagem, filho? – Perguntou Adalton.
- Não, pai, mas para mim é difícil ver nosso pequeno Toni dessa maneira. Gostaria que ele fosse forte o bastante para sublimar as necessidades físicas. – Falou Cláudio.
- E dessa maneira livrá-lo do vexame? Sublimar é ação de espírito mais esclarecido, e pouquíssimos de nós, ainda necessitados de experiências reencarnacionistas, temos a capacidade de sublimar sensações tão fortes. – Comentou Adalton.
- Eu ainda não entendo porque se expor a uma encarnação de tanto conflito, no caso da troca de sexo, e como isso poderá auxiliar um espírito que não conseguiu superar viciações naquilo que já lhe era familiar. – Questionou Cláudio.
- Cada caso é um caso, nunca poderemos avaliar o resultado de um trabalho reencarnacionista baseados no resultado de outro. Todos nós temos características de personalidade própria, desenvolvidas conforme vivenciados e sentimos tudo que experienciamos, tanto no plano material como no plano físico. O que sei sem sombras de duvida é da bondade de Deus e da confiança que tenho no plano dos espíritos melhores, e que, não raras vezes, nos deliberam experiências que apenas visam quebrar padrões viciosos. Um dos casos mais comuns é a troca compulsória do sexo, que em um primeiro momento pode mostrar-se traumática e dificultosa, mas que também nos leva a sofrimentos atrozes, que nos obrigam a questionamentos morais. – Falou Adalton.
- Por que sublimar seria tão difícil? – Perguntou Cláudio.
- Somente um espírito de elevação moral superior conseguiria essa sublimação, através do direcionamento da energia concentrada no centro genésico, que é energia de criação. Atualmente, podemos citar dois exemplos de dignidade moral: Divaldo Pereira Franco, que redirecionou essa bendita energia para a palestra e Chico Xavier para a psicografia, e ambos são responsáveis por uma quantidade de obras especialmente importantes para a humanidade. E você acredita, meu filho, que um espírito ainda ignorante, teria a capacidade de sublimar a energia sexual que cobra a satisfação de necessidades físicas através do contato material? – Perguntou Adalton.
- Você tem razão, pai, mas ainda é muito difícil para mim, ver meu irmão dessa maneira. – Falou Cláudio.
- Bom!? Então podemos deduzir que você tem um problema? – Perguntou Adalton.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
OUVIDOS PARA OUVIR?
Esse texto foi inspirado em um desabafo de querida amiga, que acabou por despertar em mim, algumas indagações pessoais, então... aí vai meus agradecimentos a voce por ter auxiliado a torna-me um pouco melhor, ou pelo menos, a questionar determinadas posturas diante de situações até mesmo corriqueiras.
Estava sentada na calçada, ainda triste com os últimos acontecimentos da minha vida. Refletia, pensava, questionava sobre tudo o que andava experimentando de sentimentos e era uma crise só. Havia até alguns momentos em que duvidava de minhas razões, afinal não era um ser perfeito, mas também não era tão ruim assim, somente tinha algumas opiniões tão certas a respeito de determinados assuntos, que não conseguia perceber a razão da discordancia do outro.
Estava eu, aqui e agora, sozinha e todos dizendo que a culpa pertencia a mim, que não sabia ouvir o outro e ser flexível quanto a opinião alheia.
Chorei baixinho para ninguém ouvir, abaixei o rosto para ninguém ver minhas lágrimas, que teimavam em molhar meu rosto, denunciando a minha dor e a minha solidão.
Será que nào soube ouvir, será que não soube calar; mas... e agora?
O que faço para descobrir onde foi que errei, onde foi que perdi a minha paciencia, onde foi que me tornei intolerante e sempre amarga, a ponto de não mais enxergar a beleza das diferenças?
Onde foi que deixei de lado a minha feliz capacidade se gargalhar? De rir de uma queda e transformá-la em um passo de dança, como disse Fernando Sabino?
Pensando nas questões ainda sem respostas, descubro encantanda que ainda sei amar e somente essa capacidade virtuosa conseguirá reerguer-me da dor insana e desnecessária.
Então lembro ainda de mais um Fernando, agora o Verissimo, quando disse em seu poema Quase:
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Notícias do Movimento Espírita- Ismael Gobbo - Editora CEAC
1 – Há na atualidade grande quantidade de médiuns que recebem informações sobre a vida espiritual. São, não raro, surpreendentes e assustadoras. Como lidar com essa situação? A Terra é morada da opinião. O mesmo ocorre com o mundo espiritual, nas esferas próximas à Terra. Espíritos falam da vida além-túmulo conforme sua visão, sua maneira de ser, suas fantasias.
2 – Não têm todos os Espíritos acesso à realidade espiritual?
Em planos mais altos, no infinito, sim. Nas vizinhanças do planeta, os Espíritos guardam uma visão compatível com sua cultura e discernimento. Imaginemos uma pirâmide. Perto da base, há espaço para a diversidade. No topo atinge-se a unidade.
3 – Isso explica por que vemos Espíritos que continuam ligados a movimentos religiosos e idéias que caracterizaram sua atividade, quando encarnados?
Exatamente. Sempre imaginamos que todos os Espíritos convertem-se automaticamente aos princípios espíritas, ao desencarnar. Não é o que vemos no processo mediúnico, com católicos que continuam católicos, evangélicos que continuam evangélicos, muçulmanos que continuam muçulmanos, vinculados às suas igrejas.
4 – E quanto ao Espiritismo? Não confirmam, “in loco”, os desencarnados, princípios como a Reencarnação, a Lei de Causa e Efeito, a Mediunidade?
Depende de seu estágio de entendimento e dos condicionamentos a que se submeteram na Terra. Na Inglaterra, por exemplo, temos grupos que cultivam o intercâmbio com o Além e não aceitam a reencarnação, o mesmo acontecendo com os Espíritos que ali se manifestam.
5 – É surpreendente!
Lembro a história hindu sobre cegos seis cegos examinando um elefante. Cada qual teve uma ideia segundo a parte apalpada. O que tocou na tromba imaginou ser uma serpente; o que tocou nas orelhas concebeu imensas ventarolas; o que tocou no corpo pensou numa montanha a se mover… Cada Espírito vê a dimensão espiritual conforme seu “tato”, quando não tenha evolução suficiente, olhos de ver, como diria Jesus, para encarar a realidade.
6 – O médium podem exercer influência nesse processo?
Sem dúvida. Se, por exemplo, o médium não aceita a reencarnação, um Espírito que queira explicar como se processa o retorno à carne terá grande dificuldade, esbarrando nas suas concepções. Esse problema só seria resolvido com um médium psicografo mecânico, Neste tipo de mediunidade a interferência do médium é praticamente nula.
7 – E quanto à possibilidade de mistificação? Pode um médium fazer “revelações” a partir de um Espírito mistificador?
Acontece com frequência. Por isso o Espírito Erasto, um dos mentores da Codificação Espírita, adverte, em O Livro dos Médiuns, que é preferível negar dez verdades a aceitar uma só mentira. Há, ainda, algo mais grave: o próprio médium mistificar para adquirir notoriedade com “revelações.”
8 – Considerando os “cegos a descrever o elefante”, como podemos apreciar a informações que chegam da espiritualidade, buscando separar a realidade da fantasia?
Em princípio, cotejando-as com a Codificação. Não obstante o caráter progressista da Doutrina, desdobramentos não podem colidir com elementares princípios doutrinários. Paralelamente, observando a universalidade dos ensinos, como propõe o próprio Codificador. Se vários mentores espirituais, manifestando-se por intermédio de médiuns respeitáveis, que não têm contato entre si, informam que há muitas cidades no plano espiritual, tipo Nosso Lar, é bem provável que estejam reportando-se a uma realidade.
Atendendo a esse mesmo princípio, informações solitárias sobre a vida espiritual pedem prudência em sua apreciação e aceitação.
Atendendo a esse mesmo princípio, informações solitárias sobre a vida espiritual pedem prudência em sua apreciação e aceitação.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
FORA PRECONCEITO!
Preconceito é mesmo uma coisa danada de destrutiva. Estou comentando o assunto porque volta e meia nós nos deparamos com situações que até podem nos soar como verdades inquestionáveis, e mesmo não preconceituosas, então lá está a idéia preconcebida e negativa sobre um assunto, que até nos parece NATURAL e acabamos por não questionar nossa maneira de agir e pensar.
Hoje fui fazer um exame médico, e enquanto não chegava a minha vez, fiquei observando uma conversa entre um casal, e foi mais ou menos assim:
- Olha o jornal, eu te falei que o assunto será só esse por um bom tempo. - Comentou o senhor apontado a manchete do jornal, o assunto: os desabamentos de morros no estado do Rio de Janeiro.
- É eu sei, aquilo lá não tem jeito mesmo, nem o exércíto deu jeito. - Completou a senhora.
- O exercíto não deu jeito, mas Deus dá. Aquilo é terra do diabo, será como Sodoma e Gomorra, só assim, matando aquele povo sem Deus, é que haverá solução. E olhem que aqui escrevi diabo com d minusculo, porque soou para mim com letra maiuscula.
E além do mais, eu não acredito nem mesmo na existência do diabo, eu acredito na criação divina, e estar lá na retaguarda moral de nossa origem é apenas resultado doloroso da maneira em que enxergamos nossas dificuldades, portanto temporário.
Meu Deus! Quem me conhece, pode imaginar o tamanho do balde de água que precisei segurar na boca, para não complicar mais ainda essa vida.
As vezes fico aqui imaginando as consequências de tantos pensamentos desencontrados e tantas idéias atrapalhadas que acabamos por alimentar em nossas mentes.
Afinal de contas, o que Deus tem com isso?
Ele nos deu um planeta saudável para morarmos e nos dotou do princípio inteligente, para o desenvolvermos e fazer escolhas melhores. Ainda estamos em treinamento, e um dos mais salutares exercícios é despertar nossa compaixão por aqueles que sofrem, e não julgar se merecem ou não essa piedade fraternal.
Olhar a desgraça acontecida e simplesmente imaginar que "foi bem feito"para aquele que a sofre, é estar aquém de nossa origem divina.
Já está mais do que na hora de acordarmos para entender a necessidade de modificar nossa relação com a própria vida, sair da mesmice hipócrita e triste, baseada em uma pseudo-bondade, que estamos muito longe de possuir e, lutar, mas lutar mesmo, contra a nossa ignorância moral.
A crítica positiva vem acompanhada de soluções, ou pelo menos de boas idéias para auxiliar na transformação de nosso mundo, e estou falando de nosso mundo interior, o que nos facultará a boa mensagem para um mundo novo.
Além de procurarmos em nossos armários, muitas vezes, abarrotados de coisas que não nos serve para nada, além de ocupar espaço, alimentando nossa vaidade de proprietários, vamos também desencraquelar nossos corações empedernidos de conceitos pré fabricados pela nossa descrença pessoal em nós mesmos, exercitando assim o que Nosso Amado Mestre JESUS (com letra maiuscula) nos aconselhou amavelmete:
Hoje fui fazer um exame médico, e enquanto não chegava a minha vez, fiquei observando uma conversa entre um casal, e foi mais ou menos assim:
- Olha o jornal, eu te falei que o assunto será só esse por um bom tempo. - Comentou o senhor apontado a manchete do jornal, o assunto: os desabamentos de morros no estado do Rio de Janeiro.
- É eu sei, aquilo lá não tem jeito mesmo, nem o exércíto deu jeito. - Completou a senhora.
- O exercíto não deu jeito, mas Deus dá. Aquilo é terra do diabo, será como Sodoma e Gomorra, só assim, matando aquele povo sem Deus, é que haverá solução. E olhem que aqui escrevi diabo com d minusculo, porque soou para mim com letra maiuscula.
E além do mais, eu não acredito nem mesmo na existência do diabo, eu acredito na criação divina, e estar lá na retaguarda moral de nossa origem é apenas resultado doloroso da maneira em que enxergamos nossas dificuldades, portanto temporário.
Meu Deus! Quem me conhece, pode imaginar o tamanho do balde de água que precisei segurar na boca, para não complicar mais ainda essa vida.
As vezes fico aqui imaginando as consequências de tantos pensamentos desencontrados e tantas idéias atrapalhadas que acabamos por alimentar em nossas mentes.
Afinal de contas, o que Deus tem com isso?
Ele nos deu um planeta saudável para morarmos e nos dotou do princípio inteligente, para o desenvolvermos e fazer escolhas melhores. Ainda estamos em treinamento, e um dos mais salutares exercícios é despertar nossa compaixão por aqueles que sofrem, e não julgar se merecem ou não essa piedade fraternal.
Olhar a desgraça acontecida e simplesmente imaginar que "foi bem feito"para aquele que a sofre, é estar aquém de nossa origem divina.
Já está mais do que na hora de acordarmos para entender a necessidade de modificar nossa relação com a própria vida, sair da mesmice hipócrita e triste, baseada em uma pseudo-bondade, que estamos muito longe de possuir e, lutar, mas lutar mesmo, contra a nossa ignorância moral.
A crítica positiva vem acompanhada de soluções, ou pelo menos de boas idéias para auxiliar na transformação de nosso mundo, e estou falando de nosso mundo interior, o que nos facultará a boa mensagem para um mundo novo.
Além de procurarmos em nossos armários, muitas vezes, abarrotados de coisas que não nos serve para nada, além de ocupar espaço, alimentando nossa vaidade de proprietários, vamos também desencraquelar nossos corações empedernidos de conceitos pré fabricados pela nossa descrença pessoal em nós mesmos, exercitando assim o que Nosso Amado Mestre JESUS (com letra maiuscula) nos aconselhou amavelmete:
AMAR A DEUS SOBRE TODAS COISAS E AO SEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Agora um Encanto
"Criança é sempre um encanto! Principalmente, se são nossos netos (rs).Ontem, à tarde, eu e minha filha Bruna, mãe de minha neta Ana Cecília, estávamos conversando com uma amiga querida, a Ana Claudia, e minha filha fez o seguinte comentário:
- Nossa! Eu ri tanto que quase fiz xixi nas calças.
Minha neta que estava sentada no chão brincando, parou e olhou de maneira critica para a mãe, e indignada falou:
- Credo, mãe! Que coisa feia, não pode não, tem que ir ao banheiro."
- Nossa! Eu ri tanto que quase fiz xixi nas calças.
Minha neta que estava sentada no chão brincando, parou e olhou de maneira critica para a mãe, e indignada falou:
- Credo, mãe! Que coisa feia, não pode não, tem que ir ao banheiro."
A VIDA É UMA FESTA
Era um sábado à tarde, estava triste e ao mesmo tempo alegre. Sei lá! Acho mesmo que estava confusa, não sabia exatamente o que queria ou desejava que acontecesse em minha vida.
Era um daqueles dias em que tudo que conseguimos enxergar tem um tom acinzentado, e por mais que nos digam que o mundo é colorido, não tem jeito...
Isolei-me no fundo de minha casa, sentada sozinha, apenas ruminando motivos aparentes para a minha insensatez.
Desolada, busquei em meu íntimo razões verdadeiras que justificassem minha dor, e na realidade, nem uma delas, me convenceu. Então... levantei e falei alto:
- Credo! Deixa disso que as rugas aumentam e cirurgia plástica custa caro!
Sorri e decidi que:
Era um daqueles dias em que tudo que conseguimos enxergar tem um tom acinzentado, e por mais que nos digam que o mundo é colorido, não tem jeito...
Isolei-me no fundo de minha casa, sentada sozinha, apenas ruminando motivos aparentes para a minha insensatez.
Desolada, busquei em meu íntimo razões verdadeiras que justificassem minha dor, e na realidade, nem uma delas, me convenceu. Então... levantei e falei alto:
- Credo! Deixa disso que as rugas aumentam e cirurgia plástica custa caro!
Sorri e decidi que:
A VIDA É UMA FESTA,
APENAS PRECISAVA APRENDER A DANÇAR!
EU E A DOUTRINA DOS ESPÍRITOS
Tenho a pretensão de me dizer 'espírita', mas também sei que isso possui algumas implicações bastante sérias, que inclui aprender teoricamente, através de estudos, os conceitos doutrinários; que vale salientar, que possui tres aspectos importantes: o filosófico, o científico e o religioso, que no meu entender, este último, aborda a moralização do Espírito; mas, também, implica na prática, o esforço pessoal de exercer e direcionar esse aprendizado para o dia a dia.
Durante esses anos que venho experienciando como espírita, cheguei a uma conclusão importante para mim, para meu entendimento da própria vida, que é sobre a responsabilidade individual e intransferível de tudo que escolho para vivenciar. No início dessa descoberta tudo me parecia muito confuso, afinal estou cercada por pessoas que acabam por interferir em algumas escolhas que faço, vivo em sociedade de diversos tipos (família, escola, trabalho, amigos, etc.) que também acabam por definir determinados acontecimentos que influenciam em minha maneira de enxergar os caminhos que devo percorrer.
Então ficava a dúvida real e latente em minha vida:
Como conciliar tudo isso?
Como transformar o meu entendimento a ponto de saber conduzir de maneira eficiente o aprendizado feito?
Qual a base sólida para essa transformação pessoal?
Acabei com O Livro dos Espíritos nas mãos, reflexionando sobre a Questão 919, que transcrevo abaixo:
Qual o meio mais eficaz para nos melhorarmos nesta vida e resistirmos às solicitações do mal?
R: Um sábio da antiguidade vos disse: Conhece-te a ti mesmo.
Conhecer a mim mesma, um exercício danado de dificil, pois pressupõe que eu tenha humildade de reconhecer, principalmente, minhas próprias limitações, meus sentimentos menos nobres, a minha incapacidade de perdoar às ofensas recebidas e também as que proferi.
Ufa! Já estou cansada!
Mas... já sei que preciso aprender e entender que o que eu aprendo, deve ser direcionado para que eu tenha mais lucidez nas escolhas que faço.
Mais lúcida, estarei mais livre, porque quando libertos de nosso orgulho, de nossa vaidade, conseguirmos perceber que cada um faz da maneira que entende a vida, os sentimentos, o mundo, etc.
Então, lembrei-me de pensamento do querido amigo Vinicius de trabalho, companheiro de psicografia, no livro Em Torno do Mestre, que escreveu quando ainda na matéria, vivenciando a encarnação como Pedro de Camargo:
"A melhor maneira de aprender a desculpar os erros alheios é reconhecer que também somos humanos, capazes de errar talvez ainda mais desastradamente que os outros.
A melhora de tudo para todos começa na melhora de cada um.
A missão do Espiritismo é educar para salvar... Educar: eis o rumo a seguir, o programa do momento."
Através desse bendito aprendizado descobri que mesmo nas escolhas mais infelizes, ainda estava fazendo o melhor que podia naquele momento, e somente a minha postura diante dessa descoberta é que. realmente, importava, pois eu podia refazer meu caminho.
Como nos alertou Emmanuel caridosamente: A reencarnação é quase o perdão de Deus às nossas ofensas.
Durante esses anos que venho experienciando como espírita, cheguei a uma conclusão importante para mim, para meu entendimento da própria vida, que é sobre a responsabilidade individual e intransferível de tudo que escolho para vivenciar. No início dessa descoberta tudo me parecia muito confuso, afinal estou cercada por pessoas que acabam por interferir em algumas escolhas que faço, vivo em sociedade de diversos tipos (família, escola, trabalho, amigos, etc.) que também acabam por definir determinados acontecimentos que influenciam em minha maneira de enxergar os caminhos que devo percorrer.
Então ficava a dúvida real e latente em minha vida:
Como conciliar tudo isso?
Como transformar o meu entendimento a ponto de saber conduzir de maneira eficiente o aprendizado feito?
Qual a base sólida para essa transformação pessoal?
Acabei com O Livro dos Espíritos nas mãos, reflexionando sobre a Questão 919, que transcrevo abaixo:
Qual o meio mais eficaz para nos melhorarmos nesta vida e resistirmos às solicitações do mal?
R: Um sábio da antiguidade vos disse: Conhece-te a ti mesmo.
Conhecer a mim mesma, um exercício danado de dificil, pois pressupõe que eu tenha humildade de reconhecer, principalmente, minhas próprias limitações, meus sentimentos menos nobres, a minha incapacidade de perdoar às ofensas recebidas e também as que proferi.
Ufa! Já estou cansada!
Mas... já sei que preciso aprender e entender que o que eu aprendo, deve ser direcionado para que eu tenha mais lucidez nas escolhas que faço.
Mais lúcida, estarei mais livre, porque quando libertos de nosso orgulho, de nossa vaidade, conseguirmos perceber que cada um faz da maneira que entende a vida, os sentimentos, o mundo, etc.
Então, lembrei-me de pensamento do querido amigo Vinicius de trabalho, companheiro de psicografia, no livro Em Torno do Mestre, que escreveu quando ainda na matéria, vivenciando a encarnação como Pedro de Camargo:
"A melhor maneira de aprender a desculpar os erros alheios é reconhecer que também somos humanos, capazes de errar talvez ainda mais desastradamente que os outros.
A melhora de tudo para todos começa na melhora de cada um.
A missão do Espiritismo é educar para salvar... Educar: eis o rumo a seguir, o programa do momento."
Através desse bendito aprendizado descobri que mesmo nas escolhas mais infelizes, ainda estava fazendo o melhor que podia naquele momento, e somente a minha postura diante dessa descoberta é que. realmente, importava, pois eu podia refazer meu caminho.
Como nos alertou Emmanuel caridosamente: A reencarnação é quase o perdão de Deus às nossas ofensas.
ANO NOVO? UÉ, ONDE ESTÁ?
É isso aí! Ano novo, vida nova!
Êta, isso é crença ou é esperança, que acaba por trazer mais frustração do que alegria?
Essa passagem drástica de um ano para o outro, envolvida na absurda crença que tudo será diferente, que os problemas serão resolvidos como num passe de mágica, lembra muito aquela velha história: segunda-feira sem falta eu começo um novo regime.
Se fizermos um levantamento de quantas segundas-feira já vivemos e de quantas mais viveremos, teremos uma noção de quantos compromissos pessoais não conseguimos cumprir.
Só teremos algo novo, quando nos desfizermos de nossos hábitos viciosos, e descobrirmos que todo dia é uma oportunidade para transformar as dores em ferramentas úteis para construirmos uma vida mais feliz.
Então, meus amigos, poderemos descobrir maravilhados que durante um ano temos trezentos e sessenta e cinco oportunidades de vida nova.
Êta, isso é crença ou é esperança, que acaba por trazer mais frustração do que alegria?
Essa passagem drástica de um ano para o outro, envolvida na absurda crença que tudo será diferente, que os problemas serão resolvidos como num passe de mágica, lembra muito aquela velha história: segunda-feira sem falta eu começo um novo regime.
Se fizermos um levantamento de quantas segundas-feira já vivemos e de quantas mais viveremos, teremos uma noção de quantos compromissos pessoais não conseguimos cumprir.
Só teremos algo novo, quando nos desfizermos de nossos hábitos viciosos, e descobrirmos que todo dia é uma oportunidade para transformar as dores em ferramentas úteis para construirmos uma vida mais feliz.
Então, meus amigos, poderemos descobrir maravilhados que durante um ano temos trezentos e sessenta e cinco oportunidades de vida nova.
FELIZ DIA NOVO
PARA UMA PESSOA NOVA
EM CADA NOVO MOMENTO!
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