segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Contos e Encantos: PRECONCEITO? QUEM TEM?

Contos e Encantos: PRECONCEITO? QUEM TEM?

PRECONCEITO? QUEM TEM?




Uma situação triste acontece quando alguém acredita estar na posição irrefletida de julgar, criticar, culpar e chegar ao extremo de sentir-se no direito de castigar o outro. Não há desculpas para este ato prepotente e desequilibrado, e quando ele está baseado no preconceito, seja lá do que for, mostra apenas a ignorância daquele que transita neste mundo obscuro e caótico, resultado de uma mente que perverte conceitos e valores morais e éticos.
A palavra pre+conceito por si só já define a sua função diante de determinadas situações, ou seja, definir uma ideia como verdadeira sem ter conhecimento para tanto. No dicionário encontramos uma longa e lúcida definição, resumindo:
·       Conceito ou opinião formado antes de ter os conhecimentos adequados.  
·       Opinião ou sentimento desfavorável, concebido antecipadamente ou independente de experiência ou razão. 
·       Superstição que obriga a certos atos ou impede que eles se pratiquem.
·       Sociologia: Atitude emocionalmente condicionada, baseada em crença, opinião ou generalização, determinando simpatia ou antipatia para com indivíduos ou grupos. 
·       Preconceito de classe: atitudes discriminatórias incondicionadas contra pessoas de outra classe social. 
·       preconceito racial: manifestação hostil ou desprezo contra indivíduos ou povos de outras raças. 
·       Preconceito religioso: intolerância manifesta contra indivíduos ou grupos que seguem outras religiões.
Ou seja, nada racional, nada pensado e nem refletido, apenas a manifestação sem lógica de uma ideia que não foi abalizada sobre fatos reais, apenas o entendimento, ou falta dele, sobre um assunto que se recusou a passar pela inteligência em formação daquele que emitiu seu parecer acreditando ser o dono da vontade alheia.
Todo indivíduo que passa por um processo condicionador elimina de sua mente a capacidade de pensar e formar opinião própria. Num triste processo social de condicionamento dentro de ideias emitidas por determinados grupos e reforçados de tempos em tempos por grupos afins, acaba por serem disseminadas inverdades que conflitam com a liberdade de escolha, por exemplo, de grupos denominados na atualidade de minorias.
O termo “minorias” é usado de forma genérica para fazer referência a grupos sociais específicos que são entendidos como integrantes de uma menor parte da população, diferenciados por suas características étnicas, religiosas, cor de pele, país de origem, situação econômica, limitações físicas ou mentais, etc... Se discutirmos este etc., teremos mais uma longa e triste relação de comportamentos descabidos de alguns para com esses desafortunados sociais.
Pensando no assunto, a definição “minoria” já é uma forma de preconceito, pois o direito de cidadão, do ser humano não deve restringi-lo a quantidade de indivíduos que vivem histórias semelhantes, em minha opinião ainda tão desprovida de entendimento, a segregação social só acontece porque existem grupos de pessoas radicalizadas por ideias formadas a partir de seus próprios temores e ignorância.
E esse grupo na realidade é o foco de meu preconceito a respeito de uma situação da qual o meu entendimento é bastante precário, não consigo visualizar uma situação na qual um ser pretensamente humano maltrata outro porque ele não satisfaz as suas expectativas, sejam elas de qualquer forma.
Esta semana tivemos vários casos tornados públicos, porque o alvo dessas atitudes ignorantes foram pessoas famosas por suas carreiras, pessoas públicas, que sabem que possuem direitos e deveres como cidadãos, mas... e no dia a dia? Na movimentação normal da vida, quando o preconceito é velado por atitudes justificadas pelo próprio contesto social, vocês querem um exemplo?
Observem a si mesmo nesta movimentação considerada normal, quando você atravessa a rua, mudando de calçada simplesmente porque “achou” que a pessoa que vem ao seu encontro é um meliante, por quê? A cor da pele, a maneira como anda, as vestimentas, os óculos, porque está cantando alto... etc... etc... etc...?
Observando imagens de noticiários que falam sobre estes discutidos casos de preconceito, observei consternada que a fisionomia dessas pessoas transmitia raiva, ódio, ferocidade; expressão triste de desequilíbrio insano diante daquilo que nem mesmo sabe o que é; para num momento seguinte, filmado pelas câmeras de veículos de comunicação, esconderem-se entre os braços de alguém e cobrir a face num casaco mal colocado, demonstrando covardia e irreflexão sobre o próprio ato. Percebe-se que o descaso a respeito do outro, sobre os direitos do outro, nem ao menos passou por um momento de conflito interior, mas houve uma permissão hedionda de ferir e humilhar, sem motivo aparente, acreditando que as consequências não viriam bater a sua porta.
Enquanto houver julgamento nosso para com o outro sem razão, sem movimentação de nosso princípio inteligente haverá ofensas traumáticas contra aquele que não entendemos, não haverá a tão aclamada evolução de nosso mundão de Deus, porque estaremos sempre em busca de desculpas esfarrapadas como nossa própria mente.
Livrar-se da dor é também livrar-se do ranço que acaba por nos limitar a felicidade tão sonhada.
Libertar-se de jugos leves ou pesados e desfazer-se do velho e antigo pensar e buscar instrução, conhecimento, num constante processo de educação de si mesmo, é fácil?
E o que é fácil para seres ainda egoístas? Mas... possível... sempre!

"O desenvolvimento humano só existirá se a sociedade civil afirmar cinco pontos fundamentais: igualdade, diversidade, participação, solidariedade e liberdade."  Betinho


domingo, 8 de novembro de 2015

Comentário de Kely Garcia sobre o livro "SEMPRE HÀ VIDA"

Finalizado mais uma leitura Livro : Sempre há Vida - querida Eliane Macarini

Foi uma leitura super fácil onde os personagens vive um drama entre família , vindo de vidas passadas , gostei bastante recomento

Otávio era um homem de personalidade forte. Machista e alcoólatra, ele era casado com Vera. Juntos tinham um filho, Hugo, que desde pequeno dava sinais de que era um menino diferente dos outros. Vera casara-se muito cedo com a ilusão de que seria feliz, de que teria uma família harmoniosa e tranquila, mas, com o passar do tempo, Otávio foi se mostrando cada dia mais intolerante e violento. A história dessa família muda completamente quando Otávio vai parar no hospital em coma alcoólico, o que provocou a descoberta de uma série de problemas de saúde - físicos e mentais. Vera, então, passa a contar com o apoio irrestrito de um casal de amigos e de Caio, dono da academia aonde Otávio havia levado Hugo para aprender futebol. Vera conhece a doutrina espírita, o que a faz repensar sua vida e refletir se deveria mesmo continuar ao lado de um homem que tanto a maltratava. Otávio, mesmo em um leito hospitalar, ainda cultivava uma intensa raiva por Vera. A explicação viria das vidas anteriores... Neste Sempre há Vida, o espírito Maurício, pela psicografia de Eliane Macarini, vai nos ensinar a importância do amor, da tolerância e da paciência como ferramentas fundamentais para o nosso crescimento espiritual.

________________Trechos marcantes :

Os verdadeiros laços de família não são portanto, os da consanguinidade , mas os da simpatia e da comunhão de pensamentos , que unem os Espíritos , antes, durante e apos a encarnação.

Seja o que for que o futuro te reserva , a cada minuto você pode decidir isso.Jesus nos disse que o mundo será dos mansos e pacíficos, e que nosso fardo nunca será maior do que podemos carregar, então , precisamos acreditar em nós mesmos e tenho certeza de que você sera muito feliz.

_____________Evangelho Segundo o Espiritismo , capituloXII - O ódio

FÉNELON
Bordeaux, 1861


10 – Amai-vos uns aos outros, e sereis felizes. Tratai sobretudo de amar aos que vos provocam indiferença, ódio e desprezo. O Cristo, que deveis tornar o vosso modelo, deu-vos o exemplo dessa abnegação: missionário do amor, amou até dar o sangue e a própria vida. O sacrifício de amar os que vos ultrajam e perseguem é penoso, mas é isso, precisamente, o que vos torna superiores a eles. Se vós os odiásseis como eles vos odeiam, não valereis mais do que eles. É essa a hóstia imaculada que ofereceis a Deus, no altar de vossos corações, hóstia de agradável fragrância, cujos perfumes sobem até Ele.

Mas embora lei do amor nos mande amar indistintamente todos os nossos irmãos, não endurece o coração para os maus procedimentos. É essa, pelo contrário, a prova mais penosa. Eu o sei, pois durante minha última existência terrena experimentei essa tortura. Mas Deus existe, e pune, nesta e na outra vida, os que não cumprem a lei do amor. Não vos esqueçais, meus queridos filhos, de que o amor nos aproxima de Deus,e o ódio nos afasta dele.
 — sentindo-se satisfeita.

Comentário de Maria Helena Moraes sobre o livro "SEMPRE HÀ VIDA"


Finalizada a prazerosa leitura do livro SEMPRE HÁ VIDA,mimo que recebi do coração generoso ,de nossa querida Eliane Macarini.

Um livro de leitura fácil e agradável,com um enredo de amor e ódio, tendo sua origem em vidas anteriores.

Todos os personagens envolvidos,Otávio,Vera,Caio,Ivan ,Hugo entre outros,através da consoladora Doutrina dos Espíritos,aprendem a praticar o poder da fé e da oração sincera,chegando ao ato benéfico do perdão!
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***A lição assimilada é:

Somente através da prática do amor e do perdão sincero, conseguimos vencer nossas pendências e evoluir como espíritos devedores , que venceu o grande desafio de sua existência terrena.
As belas mensagens de amor e perdão nele contidos, abrem nossos corações para a tolerância e a paciência!
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Entre muitos trechos lindos e mensagens maravilhosas do Evangelho Segundo o Espiritismo destaco:

“Somos únicos no processo de aprendizagem evolutiva, e nossas vivências,entre um plano e outro,nos encaminham para determinadas situações que deveremos viver com respeito e dignidade.”
Livro maravilhoso!
Indico a todos!
Obrigada Eliane Macarine por essa leitura edificante!
Deus abençoe seu trabalho de amor,juntamente com o espírito Mauricio

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

PÉ NA ESTRADA


Hoje é dia de Festa!

Acordei feliz, por que?

Ah! Só a possibilidade de estar por aqui, acertando arestas, descobrindo amor e sabendo que sempre posso fazer um esforço extra para viver dias melhores, já não é uma bela razão?

Percebi... observando a mim mesma, que não preciso de obsessores ferrenhos, inacessíveis a pensamentos úteis, bons e verdadeiros, porque o bem e o mal não tem outra morada, que não seja meu próprio coração, ou minha mente, muitas vezes, perdida em dores desnecessárias, não tão importantes como vistas naquele momento de desequilíbrio.

Decidi não fazer bulliyng comigo mesma.

Talvez vocês se perguntem o que ela quer dizer com isso?

Bulliyng numa definição encontrada na Wikipédia diz o seguinte:  é um anglicismo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor e angústia e sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder. bullying é um problema mundial, sendo que a agressão física ou moral repetitiva deixa marcas para o resto da vida na pessoa atingida.

Oras... quem está mais perto de minha mente?

Aprendo estudando a Doutrina dos Espíritos que nossa responsabilidade na movimentação de energia que nos atingem é bem maior do que podemos imaginar, que nos processos obsessivos, o primeiro momento desse triste relacionamento com o outro, se inicia com a auto-obsessão, isto é, eu permito através de minhas dúvidas doentias, através de minha incapacidade de acreditar em minhas possibilidades de transformar dor em aprendizado, através da falsa crença que não tenho direito à liberdade, que o meio em desequilíbrio acabe por invadir meu campo vibratório e sou apenas mais uma vítima da incompreensão da vida.

A obsessão tem início na relação que tenho com o meu eu, assim tem início episódios de violência física e emocional que acaba por minar a minha possibilidade de liberdade e felicidade. Neste momento se instala na vida a dor de ser escravo de uma mente em desalinho, numa relação desigual entre o bem e o mal, que afinal ainda existe em cada um de nós.

Basta, simplesmente, acreditar que posso modificar minha estrutura mental, minha relação com meu mundo interior assim trazendo ao convívio social uma paz maior, uma relação mais saudável? 

Sim e não, milagres não existem, devemos exercitar novas e mais saudáveis formas de enxergar o mundo exterior,  permitir ao outro sua própria movimentação sem que nos colocarmos no centro de seu querer. Transformar a relação com seu eu, é exercitar o divino direito de ser feliz, é descobrir a beleza que existe dentro de cada mente e em cada coração, é começar um processo magnífico de auto amor e auto admiração, isso deve ser lindo. 

Bom... nesta primeira reflexão já descobri algumas coisas, então... pé na estrada.

Provocações que humilham: o desequilíbrio emocional de todos os envolvidos






Texto de Ana Macarini publicado na http://www.contioutra.com/provocacoes-que-humilham-o-desequilibrio-emocional-de-todos-os-envolvidos/
Em um ambiente no qual muitas crianças ou adolescentes convivem, é natural que ocorram conflitos. Conflitos são parte do processo de socialização. Ocorrem disputas, por espaço social, por popularidade ou por atenção, na busca por encontrar e desempenhar um papel nos locais de convivência.
Como ainda estão em formação,  crianças e adolescentes precisam poder contar com a mediação dos adultos envolvidos nesses ambientes, sejam eles a própria casa ou um espaço de convivência, como a escola ou o clube. Os pais têm enorme e intransferível responsabilidade na formação do caráter social de seus filhos. É preciso ficar atento a alterações de comportamento e manifestações emocionais. No entanto, os pais não são as únicas referências para os menores; crianças e adolescentes espelham-se em modelos de comportamento oferecidos tanto por adultos, quanto por seus pares de convivência social. Entretanto, verdade seja dita: é  da família a responsabilidade de formação do caráter dos jovens e das crianças.
Uma questão extremamente séria é perceber ou descobrir que seu filho, ou filha, está  envolvido em situações ligadas a provocações, humilhações e o sofrimento de outros. Crianças e jovens podem provocar colegas com a intenção legítima de brincar, colocando-se numa postura aberta de serem igualmente provocados. Nessa situação, todos os envolvidos têm a possibilidade de se divertir.
No entanto,  podem ocorrer provocações ofensivas, com a explícita intenção de causar desconforto no outro. Algumas crianças e jovens podem ser alvos fáceis dessas provocações, por destoarem dos padrões estabelecidos de peso,  altura, aparência,  jeito de falar. Neste caso, aqueles que provocam podem, com o tempo, perder de vista  o quanto pode ser doloroso ser caçoado; podem, inclusive passar a sentir prazer em provocar o constrangimento, seja para sentir que tem algum poder ou para ser notado.
Portanto,  caso percebam que seus filhos possam estar envolvidos nesse tipo de situação,  quer seja por provocar ou ser provocado, é indispensável procurar entender motivações e padrões de comportamento. E, tomando conhecimento, é preciso agir. Em ambas as situações,  os filhos estão precisando da presença concreta da família.  Eximir-se dessa responsabilidade é abrir mão do papel de orientar o processo de formação dos filhos.
Atentos ao comportamento dos menores, os adultos conseguem perceber sinais importantes que podem revelar que algo não vai bem. Algumas vezes, pode acontecer da pessoa ter naturalmente atitudes que atraem a atenção do grupo, conquistando de forma intencional ou não,  uma maior popularidade. Nesse caso, é possível que, junto com a admiração venham sentimentos bem menos nobres, como a inveja e o ciúme. Assim, essa exposição pode colocar essa pessoa em situação de alvo da irritação de outros que não desfrutem do mesmo aparente sucesso junto aos demais.
Crianças e jovens que convivem com tratamentos agressivos, explícitos o não, sejam eles os agredidos ou os agressores, apresentarão alterações sensíveis em seu comportamento que, a depender de sua personalidade pode manifestar-se de diferentes formas: introspecção e desejo de ficar só; choro fácil e hipersensibilidade ao meio; irritação; uso de vocabulário incomum e inapropriado; alienação; rejeição ao afeto dos familiares e pessoas mais próximas; sintomas físicos,  como dores, unhas roídas e até  ferimentos auto-inflingidos.
Uma vez confirmado o envolvimento em situações de conflito relacionado às provocações,  é indispensável que os adultos se preparem e se organizem  para intervir e mediar, ajudando os menores a compreender,  refletir e ressignificar seus comportamentos, encaminhando-os  para o estabelecimento de relações mais saudáveis.
É fundamental que os adultos planejem formas de promover a reflexão tanto dos agressores quanto dos agredidos. Algumas questões podem auxiliar na tomada de consciência, ajudando os dois lados afetados a interromper o processo automático de sofrimento que pode já ter se instalado. Eis algumas sugestões: “como me sinto ao provocar/ao ser provocado?”; “o que observo no outro quando provoco/sou provocado?”; “o que o outro parece sentir?”; “qual a minha motivação?”; “o que eu gostaria de saber sobre o outro que não sei?”; “essa pessoa que me agride ou a quem eu agrido tem qual importância para mim?”; “que  tipo de punição eu espero?”; “eu quero continuar com isso? por quê?”.
Tão importante quanto ajudar a administrar as situações de provocação que envolvem sofrimento é  compreender que os conflitos são parte preciosa do processo de desenvolvimento. Pensar e agir de forma diferente é natural e saudável. A diversidade de posturas,  aparências, crenças, opiniões e comportamentos é o que torna as relações interessantes,  desafiadoras e complementares. Assim, é preciso acreditar e defender um comportamento social, segundo o qual, fazer o outro sofrer não  pode, em hipótese nenhuma, ser fonte de prazer ou estratégia para aplacar o desconforto de uma auto-estima frágil e deformada.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

INDIGNADA COM A IGNORÂNCIA DE QUEM SE DIZ RELIGIOSO!



Indignada de verdade, aquela sensação de ter sido aviltada, desrespeitada e a certeza que subestimaram minha inteligência, essa a sensação que tenho depois de ouvir tanta besteira da boca, de uma pessoa que se considera representante de Deus na Terra.
Ontem estive numa igreja católica, para um batizado, isso depois de uma maratona dos pais e padrinhos, atrás de papéis e pseudos cursos de formação para a função, e ainda, é lógico, o pagamento de taxa simbólica de R$ 75,00, valor que muitas famílias carentes não têm acesso, afinal custa mais batizar do que comprar uma cesta básica.
Não tenho nada contra religiões, pelo contrário, os caminhos do Pai, estão por ai, atendendo a compreensão de cada um, segundo o entendimento de vida alcançado. Admiro as pessoas que se dedicam de coração e mente a causa de Deus, ou seja, a salvação de cada alma que habita este bendito planeta.
O que me admira é ver um indivíduo com formação teológica, filosófica, etc. falar besteira e saber que ele é exemplo dentro de uma comunidade que o respeita e segue, podendo fazer o bem com suas palavras, ou disseminar o mal, divulgando falsos conceitos e levando a mente dos desavisados a estados preconceituosos e perigosos.
Vou ressaltar duas falas bastante caótica e que traz conflitos graves sobre os ensinamentos de nosso amado Mestre Jesus:
1   - A criança só se torna filho de Deus após o batismo;
     - Não se pode rezar com as crianças antes do batismo, isso apoiado no item anterior.
A própria vida, permitida a cada um de nós por Deus, já é a certeza de nossa filiação divina, cada alma que surge no mundo material se reveste de esperança e fé, cada criança que vem para nossos braços é uma benção do Pai, a certeza de sua confiança em cada um daqueles que irão participar dessa maravilhosa experiência. Não acredito e não aceito a ideia de ser filiada ao Pai somente após um ritual, que é mais humano do que divino. No meu entendimento a passagem do batismo de Jesus, feito por João Baptista, é um divisor de águas, necessário a um período de transição religiosa, o que não nos torna melhores ou piores cristão. A fé não tem nada com ritos ou ensaios prontos, tem muito relacionado a nossa postura diária na vivência dessa crença, uma coisa simples e lógica, afinal O Evangelho de Jesus nos fala sobre isso, nada mais, apenas nos ensina a seguir o seu exemplo maior: amor e perdão, baseado na máxima: “Amar a Deus, sobre todas as coisas, e ao seu próximo como a ti mesmo.”
Toda noite oramos com nossas crianças, meus filhos e, atualmente, meus netos, é um momento divino, onde nos elevamos ao Pai Maior, agradecendo as benção da vida, as realizações do dia, as lições aprendidas, pela humanidade, pelos doentes, pelos que sofrem, etc. É um momento maravilhoso, o sentimento de carinho e amor que brota destes pequenos e inocentes corações, é luz para a humanidade; e escuto de um religioso que eles não tem direito a isso, porque não passaram por um ritual?
E durante essa fala, uma de nossas amadas crianças, que não dorme, por mais exausta que possa estar, sem falar com o Papai do Céu, nos questionou assim:
- Eu sou batizado, mãe? Eu posso rezar?
Isso é divulgar preconceito, o grande mal da humanidade.
Só posso dizer uma coisa muito importante, relembrar para mim mesma:

"Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei entre vós."
(Mateus - 18:20)

terça-feira, 12 de maio de 2015

HOMOSSEXUALIDADE E AMOR

HOMOSSEXUALIDADE E AMOR


Hoje, para mim, foi um dia muito especial, sabem por quê?
Por causa do último capitulo da novela “Amor à vida”, apresentada pela Rede Globo de Televisão, especificamente a cena em que Félix e Nico se beijam.
Apesar de professar de pés juntos não ser preconceituosa, a tal cena me causou estranheza, não um sentimento de repulsa ou nojo, longe disso; mas, um sentimento relacionado à certeza que algumas coisas em nossa sociedade começariam a tomar um novo rumo. Indiferente aos sentimentos alheios positivos ou negativos, a sofrida classe dos homossexuais teria, a partir daquele momento, algo que os havia fortalecido.
Esse novo panorama seria bom ou não? Conversando com amigos, com a família, escutando conversas no Shopping Iguatemi de Ribeirão Preto, percebi a diversidade de opiniões, desde a raiva desmedida de alguns, que se serviam mesmo de xingamentos odiosos, até aqueles que não davam a mínima para o acontecimento; mas, com certeza, percebia-se no ar um astral de receio e insegurança, afinal andando por aqueles corredores já podíamos perceber alguns casais sem receio de mostrar a sua escolha, e para alguns isso é um perigo para os seus pequenos, afinal quem quer ter um homossexual na família, de boa mesmo, sem estranheza? Apenas aqueles que já entendem que cada um vive o que dá conta para realizar a sua própria felicidade, e convenhamos isso é bastante raro.
Cheguei a minha casa e estou aqui refletindo sobre o assunto, sobre o que é certo ou não, o que é normal ou não, o que pode nos fazer feliz ou não.
Cheguei a algumas conclusões extraordinárias, confesso que fiz até pesquisa sobre algumas dúvidas que tinha a respeito de sexualidade.
Interessante é que cada animal tem sua própria cultura, seu próprio estilo de vida e até seu próprio ritual de acasalamento, inclusive algumas espécies têm sua sociedade inteira baseada no sexo, como o Bonobo, uma espécie de símio, enquanto outros animais, simplesmente, não têm vontade de entrar no coito, o caso dos Pandas.
Determinadas sociedades acabam se adaptando na falta de fêmeas ou de machos, simplesmente assumem o papel do déficit estabelecido pela necessidade da continuidade da espécie, isto é: mudam de sexo, do feminino para o masculino, do masculino pelo feminino.
Isso me fez refletir sobre as necessidades da sociedade dos hominídeos, isto é, nós da raça humana. O que anda acontecendo no planeta em relação à procriação dos humanos, já sabemos, cientificamente comprovado, que há uma superlotação, que pode acabar desencadeando crises mundiais em relação a espaço, alimentação, etc. etc. etc., que acabaram destruindo o que ainda resta de saudável do orbe terrestre.
Então... neste momento... a homossexualidade até que pode ser considerada algo saudável em relação ao equilíbrio planetário.
Mas... não somos apenas animais vertebrados, bípedes e mamíferos, somos também animais dotados do princípio inteligente, emocionais e possuímos um espírito que evolui em direção à perfeição, analisando por esse lado, percebo que há muito mais a se pensar e refletir, por exemplo: no caso da novela “Amor à vida”, que conta a história de uma pessoa do sexo masculino, mas que sempre se sentiu um estranho dentro da história que vivia, acabando em relacionamentos promíscuos e sem amor, que cresceu num ambiente hostil, extremamente carente, com forte tendência a desenvolver um lado de personalidade bastante desequilibrado, vingativo na dor sofrida, etc., mas que encontra alguém melhor do que ele, também do sexo masculino, que mostra outro aspecto da vida desconhecida até aquele momento, que confia nele, acredita nele e luta por ele; conseguindo com o tempo que o vilão malvado descubra que também é um ser dotado de bondade latente; a transformação lenta, refletida e dolorosa acontece. O vilão descobre que tem um lado luminoso, que não vive apenas de trevas, que sua mente pode transformar a ignorância em sabedoria, e isso acontece.
Pensei... se o caso fosse verdadeiro, ou se houver casos semelhantes, onde está o desequilíbrio? O que aconteceu é algo divino, o amor que transforma, o amor que acorda consciências, o amor que necessita ainda da manifestação material através de carinhos e carícias, mas é amor.
Quando o amor liberta o que temos de melhor em nós mesmos, a sua manifestação não é promíscua, não é doente, não violenta a natureza; afinal, não somos só animais com determinantes físicos, machos ou fêmeas, somos seres pensantes emocionais, que amamos independente de escolhas apenas racionais.
Conheço muitas pessoas homossexuais que possuem uma vida útil social, que vivem em lares harmônicos com seus filhos adotivos, mas que, com certeza, foram gerados no coração.
Conheço muitas pessoas heterossexuais que são indiferentes as necessidades sociais de suas comunidades de convívio, verdadeiros déspotas dentro de suas casas, infiéis, agressivos, desrespeitosos e que mantêm relações extraconjugais promíscuas, trazendo doenças para dentro de suas casas, contaminando seus entes queridos com doenças sexualmente transmissíveis, e pior adoecendo emocionalmente aqueles a quem deveriam amar acima de tudo.
Analisando tudo isso que expus, chego a uma conclusão muito simples, o que realmente importa nesse mundo abençoado de oportunidades é a maneira como professamos o amor, seja homossexual ou heterossexual, porque “O amor resume toda a doutrina de Jesus, porque é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso realizado. No seu ponto de partida, o homem só tem instintos; mais avançado e corrompido, só tem sensações; mais instruído e purificado, tem sentimentos; e o amor é o requinte do sentimento. Não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior, que reúne e condensa em seu foco ardente todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas. A lei do amor substitui a personalidade pela fusão dos seres e extingue as misérias sociais. Feliz aquele que, sobrelevando-se à humanidade, ama com imenso amor os seus irmãos em sofrimento! Feliz aquele que ama, porque não conhece as angústias da alma, nem as do corpo! Seus pés são leves, e ele vive como transportado fora de si mesmo. Quando Jesus pronunciou essa palavra divina, — amor — fez estremecerem os povos, e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo – Capitulo XI, item 8, A Lei de Amor”.
O mundo evolui, porque os seres que o habitam também evoluem, e acredito fielmente em Deus, sabendo que cada momento tem a sua função nesse processo, e o preconceito precisa ser varrido de nossos corações, não para debaixo de um tapete roto e já gasto, mas para fora de nossas almas, de nosso espírito eterno, e as relações múltiplas, heterogêneas, diversas entre nós é um caminho de aprendizagem.
A natureza criou suas espécies que evoluíram até o reino hominal, hoje, dotados de inteligência, aptos a alcançar sabedoria e paz, envolvidos em conflitos, que se originam nos sentimentos e emoções que se multiplicam nas diversas encarnações vividas, através dos tempos, acertando arestas com a única finalidade de educar para um futuro mais feliz, como podemos julgar o outro nesse processo único e intransferível de cada um, se não damos conta nem mesmo de conhecer a nós mesmos?
Vivamos nossas experiências de maneira digna e natural, entendendo nossos limites e sofrimentos, e permitamos aos nossos irmãos a sua própria liberdade de viver o hoje, como dá conta e como entende o certo e o errado, sob a sua compreensão do momento.
Continuando com a bela lição de O Evangelho Segundo o Espiritismo, ressalto o parágrafo: “Disse que o homem, no seu início, tem apenas instintos. Aquele, pois, em que os instintos dominam, está mais próximo do ponto de partida que do alvo. Para avançar em direção ao alvo, é necessário vencer os instintos a favor dos sentimentos, ou seja, aperfeiçoar a estes, sufocando os germes latentes da matéria. Os instintos são a germinação e os embriões dos sentimentos. Trazem consigo o progresso, como a bolota oculta o carvalho. Os seres menos adiantados são os que, libertando-se lentamente de sua crisálida, permanecem subjugados pelos instintos.”
Evolução moral em busca da perfeição, cada qual no seu passo e na sua necessidade, deixemos de julgar e condenar sobre o que nos assusta e nos deprime, esse sentimento mesquinho está diretamente vinculado à nossa ignorância, que nos mantêm presos sob fortes correntes sombrias. Respeitemos nossos irmãos independente de como eles professam a sua sexualidade e lembrando aqui:  Quem estiver sem pecado, que atire a primeira pedra” (Jô, 8:7)
Concluindo essa reflexão com o último parágrafo do belo texto “A Lei de Amor”: “O Espírito deve ser cultivado como um campo. Toda a riqueza futura depende do trabalho atual. E mais que os bens terrenos, ele vos conduzirá à gloriosa elevação. Será então que, compreendendo a lei do amor, que une a todos os seres, nela buscareis os suaves prazeres da alma, que são o prelúdio das alegrias celestes.”
Essa reflexão foi muito boa para mim, acabei de psicografar um livro e ele termina descrevendo o casamento de dois casais, e um deles de homossexuais, e andava me questionando sobre isso, sobre o que pensariam sobre isso, afinal sou uma escritora espírita, agora estou tranquila, sei que a história é linda, verdadeira e mostra um caminho saudável para esses personagens, estou feliz.
Agora aos vinte e nove minutos de um novo dia, vou deitar e descansar, sei que sou uma pessoa melhor, entendi algo inovador em nossa sociedade milenar, que cada um deve buscar o seu equilíbrio dentro de suas possibilidades e o melhor que podemos fazer é ser apoio à humanidade neste processo constante de transformação pessoal e planetária.
Boa noite e durmam com Deus, amem a humanidade e sejam humanos com ela.


MEU JESUS

Cada um olha para o mestre com a sua capacidade de enxergar, uns ainda insistem na visão do Cristo Crucificado, outros  como aquele que pagou os pecados da humanidade, outros tantos sem emoção alguma, simplesmente, porque não acreditam que pelo nosso amado planeta Terra passou alguém como Ele, sem necessidades materiais e com uma capacidade de amar e perdoar que assustou aos que ainda estão presos na escuridão da própria mente.
Minha avó materna, Maria José de Andrade, mais conhecida como Dona Nenê, ou vovó Nenê, ria muito quando falava de Jesus, era um riso encantador, cristalino, de pura esperança e amor.
Ela falava que esse moço tão bonito, que irradia tanta luz para a humanidade, esteve por aqui para que nós, seus irmãos amados, soubéssemos o que Ele já havia aprendido, e que o levou a esse desprendimento amoroso.
Ela enfatizava que não havia crítica em sua conversa mansa e pacífica, mas gratidão a Deus por Ele permitir que estivesse por aqui ajudando-nos a entender o caminho da felicidade.
Afirmava, com mansa certeza, que Ele é um amigo fiel, daqueles que podemos confiar e contar os mais tristes e tenebrosos segredos que guardamos em nossos corações, e que podíamos sossegar porque Ele apenas nos acalentaria a dor e proporia uma nova caminhada.
Acredita, sem dúvida alguma, que Ele é muito alegre e feliz, inclusive que conseguia escutar a sua risada harmoniosa e carregada de luz. E que quando Ele abria os olhos, estes espelhavam o mais límpido lago de paz.
A minha imagem de Jesus é próxima dessa beleza que minha avó Nenê nos mostrava, o que me entristece é que mesmo acreditando, muitas vezes, não consigo mantê-la viva em meu coração, permitindo que a dor e a tristeza por determinados acontecimentos turvem essa maravilha, então parece até que escuto a voz doce e feliz dessa pequena grande senhora dizendo assim:
- É só mais um dia de aprendizado, levanta dessa tosca e triste madorna e vá buscar Jesus, Ele está doido para te dar um abraço.


Eliane Macarini

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

MÁSCARAS

Quando vi essa imagem, hoje, logo cedinho, parei e fiquei observando, tentando entender as múltiplas formas que acabamos utilizando para atender a necessidade social, a necessidade idolatrada de ser aquilo que nos torna atraente para o outro, opu ainda, o damos conta de entender, compreender, assimilar e continuar ...
Ainda com os olhos fixos na imagem, percebi, ainda meio atormentada, que possuía arquivados, nas gavetas anônimas de minha vaidade, vários modelos, mas meu orgulho me obrigava a negar tal fato, dizendo para a minha consciência adormecida, que eram apenas maneiras mais caridosas, de ser vista através do ideal alheio.
Confesso que fiquei magoada comigo mesma, afinal ando por aqui, nesse adorável mundão de Deus, em busca de mim mesma, e de repente, não mais do de repente, descubro que ando dando nó em pingo d'água, alias, um trabalho inútil, porque a verdade de minha origem é sempre mesma, os objetivos traçados no escuro, não raras vezes, saem distorcidos, mas a finalidade da caminhada é uma só.
Continuando a refletir sobre as tais máscaras descubro encantada, que elas são necessárias, pois a vivencia de várias formas de sentir, pensar e agir é que levará a conclusão do que, realmente, é bom e confortável para esse espírito ainda tão reticente em suas formas de manifestação.
Descubro também que preciso apenas cuidar para que essas máscaras sejam sempre renovadas, pois nesse conflito feliz, entre as múltiplas personalidades que ando experimentando, encontrarei aquela que fará parte da felicidade.
Concluo que sou uma caótica forma de manifestação de meu passado, do presente que às duras penas tenta se equilibrar e, ainda mais, os anseios do que quero ser no futuro, então... está tudo certo.
Um bom dia a todos vocês!

domingo, 15 de setembro de 2013

SOFIA MACARINI POR ANA MACARINI

Para Sofia Macarini, um aniversário iluminado!

O ano... 1994... Seu irmão, um garotinho muito esperto e amoroso, brincava com seus carrinhos e Legos perto de mim, sentadinho no chão... De repente, ele parou de brincar, enlaçou o meu pescoço olhou bem nos meus olhos e disparou:
"Mamãe a minha irmã vai chegar, ela chama Sofia!"
Eu achei graça... Tanta inocência e tanta determinação num menininho só, e de apenas 4 anos. Então, eu o sentei no meu colo e disse:
"Filho, não tem nenhum bebê na barriga da mamãe..."
"Não tem, mas vai ter! A minha irmã, a Sofia, vai chegar! Eu tô esperando!"
Depois de dizer isso, ele me deu um beijo e voltou para seus brinquedos.
De fato, minha menina, você AINDA não estava conosco... Mas ia estar em breve. Eu engravidei em dezembro desse mesmo ano de 1994, pra você chegar num linda dia 15 de setembro de 1995! Uma linda menina, redondinha e perfeita!
Pedro ficou numa enorme alegria. A qualquer pessoa que nos encontrasse, ele dizia:
"A minha irmã tá dentro da barriga da minha mãe! É a Sofia!"
E não adiantava dizer pra ele que poderia vir um menino, um irmão... E não uma irmã. E que ele deveria amá-lo do mesmo jeito. Ele ficava muito sério e afirmava que era a irmã que nasceria, a Sofia!
Foi assim, meu amor, que a nossa história começou...
Você foi " especialmente encomendada" pelo Pedro para trazer mais alegria, mais luz e mais amor para nossa casa.
Você foi um bebê muito desejado e esperado.
E quando você nasceu, Pedro passava muito tempo "vigiando" você no berço, completamente encantado.
Sentir seu rostinho pela primeira vez encostado no meu, só me fez comprovar que essa vida é mesmo cheia de lindas surpresas. Foi amor, muito antes de ser!
Você é minha menininha e sempre vai ser... Minha filha doce, forte, correta, determinada, justa, inteligente, persistente, única e linda.
Minha melhor amiga! Minha companheira!
Você me fez ser uma pessoa melhor!
Amo cada minutinho perto de você! Adoro dividir sapatos com vc! rs Ouvir música e cantar... Ter dias "de meninas"... Bater pernas por aí... Ficar deitada, lendo de mãos dadas... Curtir os mesmos filmes, os mesmos lugares... Falar da vida... Acolher seus medos... Festejar suas vitórias...
Minha filha tão querida! Que seu aniversário seja maravilhoso! Que a vida lhe devolva todas as sementinhas de bondade que você espalhou por aí, em forma de conquistas, amor, prosperidade e alegria!
Amo você até não ter mais fim!




quinta-feira, 11 de abril de 2013

MÃE

M
ÃE
Este texto, abaixo, depois de minhas reflexões, descreve muito bem nossos sentimentos em relação a nossos filhos.
Hoje, vem a minha lembrança aquele momento que só você vê e sente, e que apesar de seus esforços, eles, os nossos filhos, não conseguem avaliar a nossa aflição, é como se a sua visão fizesse parte de outro mundo, a história é a mesma, mas a leitura do texto é outra.
É como ver um carro desgovernado indo em direção a eles, nós gritamos, gritamos e gritamos, e eles não conseguem perceber; as vezes, são salvos pelo "acaso", apesar que não acredito em acaso, e em outras vezes, o carro os pega, então nos olham espantados e questionadores, tipo assim: E agora, o que faço? - e você com o coração apertado, responde com amor:
- Dá a mão e levanta dai, vamos consertar o que quebrou. - mas, sabendo que a marca os transformará, por toda a vida, até mesmo tirando o brilho de seus olhos, mesmo sabendo que um dia tudo terá um novo e inquestionável brilho, de esperança ou ilusão, mas nós podemos apenas observar e estender a mão.
Estou descobrindo que aquela máxima verdade, é meio falsa: - Você só saberá o que é ser mãe, quando tiver seus filhos.  Estou descobrindo que até isso é relativo, pois a cada fase de vida, entendemos uma coisa, e na outra apenas ouvimos, às vezes por educação e outras por não ter alternativa, porque mãe fala mesmo; mas, só entendemos o que nossa mãe anda falando, ou andou falando, quando vivermos situações semelhantes com nossos próprios filhos, até lá ainda somos donos da verdade, que às vezes, é apenas uma mentira para manter a vida dentro daquilo que suportamos teimosamente, ou queremos que seja verdade, ou ainda apenas um meio de contestação. Afinal, existe um espaço tempo entre a vida da mãe e do filho, um espaço de interrogação, que nos faz sempre avaliar as diferenças existentes entre a visão de um e do outro.
Vejo postagens no Facebook, tipo assim, quem tem um filho que ama, partilhe; depois que fui mãe, me transformei, etc. etc. etc.; mas, ser mãe também é relativo ao momento que vivemos, o que entendemos por verdadeiro, seguro e produtivo, e isso é danado de entender ou avaliar, porque mãe também tem desejos, sonhos e esperanças, às vezes, de mudar a vida, sacudir a poeira e dar volta por cima; em outras, de estar livre e criar situações, emoções, etc. e para tanto existe o filho a acrescentar, a acomodar, a defender, a amar de verdade, não só nas postagens. E não raras às vezes, nosso desejo não tem nada de filial, mas ele está lá, e no final das contas, é ele que tem as prioridades e os direitos assegurados por sua dependência, quando pequeno, elas são óbvias, e quando crescem, são relativas e ... não sei como definir, estou tentando entender, às vezes tem um quê avassalador de egoísmo, mas... esse é um sentimento de mãe, que também é filha. Conflito?!
E olha nós aqui! Avaliando, refletindo, questionando, felizes ou não, elevadas ao máximo da alegria ou magoadas com as injustiças, dessas maravilhas que tanto amamos, que nos olham como se soubessem todas as respostas. Nós, mães, também não temos todas as respostas, mas esse amor sublime nos intui do sofrimento que vem matreiro, roubar o sossego, inexorável como conseqüência de escolhas não pensadas, mas esse sofrimento também tem outro aspecto, como aprendizado para eles, e os fará mais fortes e sábios, mesmo assim, acabamos esperneando, tentando fazer que fique apenas na teoria.
E aí vai! A vida, das mães, é assim mesmo,  dias de regozijo, apenas por ter atravessado a rua de mãos dadas com nossos amores, e outro tanto, do lado de cá da calçada, esperando apenas que aquele carro atrase seu percurso, ou passe bem rápido, antes de nosso amor começar sua travessia, com o coração aos saltos, esperando, apenas esperando.
DEUS NOS PROTEJA, FORTALEÇA E NOS PERMITA O EXCELENTE APRENDIZADO DE AMAR DE VERDADE, A PONTO DE ABAIXAR A CABEÇA DIANTE DAS INSANIDADES DO APRENDER! AFINAL, JÁ PASSAMOS POR ISSO, APENAS A MÃE ERA OUTRA, A NOSSA MÃE.




AMO VOCE, DONA DAYSE!





TEXTO MARAVILHOSO DEDICADO A TODAS AS MAMÃES E FUTURAS MAMÃES!
Nós estamos sentadas, almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em “começar uma família”.

— Nós estamos fazendo uma pesquisa — ela diz, meio de brincadeira. — Você acha que eu deveria ter um bebê?

— Vai mudar a sua vida — eu digo, cuidadosamente, mantendo meu tom neutro.

— Eu sei — ela diz. — Nada de dormir até tarde n
os finais de semana, nada de férias espontâneas…

Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: “E se tivesse sido o MEU filho?”; que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar; que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.

Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzi-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote; que um grito urgente de “Mãe!” fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina; que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino, ao invés do feminino, no McDonald's, se tornará um enorme dilema; que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que jamais se sentirá a mesma sobre si mesma; que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho; que ela a daria num segundo para salvar sua cria — mas que também começará a desejar mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias, se tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que, através da história, tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender por que eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que me torno temporariamente insana quando discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro dos meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.

Quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Quero que ela prove a alegria que, de tão real, chega a doer.

O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

— Você jamais se arrependerá — digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto-lhe a mão e faço uma prece silenciosa por ela e por mim e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho esse que é o mais maravilhoso dos chamados; esse presente abençoado de Deus, que é ser mãe.

Autor Desconhecido, mas com certeza deve ser mãe e filha.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

TEXTO DE ARNALDO JABOR

Um brasileiro que fala e é calado no escuro da noite dos loucos, está na hora de fazermos circular essa verdade inquestionável, está na hora de acordarmos a nossa cidadania e acreditar que temos direitos a ser resgatados.
VAMOS COMPARTILHAR!
[URGENTE!!!]

'A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do presidente 'Lula' até pode ter amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional da liberdade de imprensa....
'Não deixem de ler e reler o texto abaixo e passem adiante'!
É longo, mas compensa cada parágrafo!

A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE.
(ARNALDO JABOR)

O que foi que nos aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor,'explicáveis' demais.
Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas.
Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola.
A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira!!!!!!!
Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada!!!!!!!!
Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos!!!!
Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo!!!!!
Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz!!!!!
Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata!!! Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de 'povo', consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações 'falsas', sua condição de cúmplice e Comandante em 'vítima'!!!!!
E a população ignorante engole tudo.. Como é possível isso?
Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados - nos comunica o STF.
Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo.
Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito...
Está havendo uma desmoralização do pensamento.
Deprimo-me:
Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?'
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.
A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos!!!!!
Pior: que os fatos não são nada - só valem as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da república. São verdades cristalinas, com sol a Pino.
E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de 'gafe'.
Lulo-Petistas clamam: 'Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT ? Como ousaram ser honestos?'
Sempre que a verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de exibicionista'. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de 'finesse' do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando....
Mas agora é diferente.
As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte.
Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem , de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o Populismo e o simplismo.
Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em 'a favor' do povo e 'contra', recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o 'sim' e o 'não', teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição Mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.
Alguns otimistas dizem: 'Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de Verdades'!

ESSE TEXTO PRECISA E DEVE SE TRANSFORMAR NA MAIOR CORRENTE QUE A INTERNET JÁ VIU !!!

TSE determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN.

Não deixe de repassar é o mínimo o que podemos fazer diante de tanta corrupção!
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