quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

APENAS REFLEXÕES DE UMA CIDADÃ BRASILEIRA

Acordei às 4:00 horas da manhã, um novo dia, novas possibilidades de fazer escolhas mais inteligentes, e sei que a qualidade de vida que viverei tem tudo com esse brilhante exercício da inteligência.
Como não conseguia mais dormir, estou aqui no escritório de minha casa, com o computador ligado, resolvi ver as últimas notícias, tomar conhecimento do que anda acontecendo por aqui, neste bendito planeta em que vivemos.
Caos... caos... caos...
Triste, muito triste, principalmente, quando refletimos e chegamos à conclusão que tudo que anda acontecendo de ruim é consequência de algumas escolhas que fizemos, ou deixamos de fazer; porque omissão também é uma escolha que traz consequências.
A vida está assentada na belíssima lei de ação e reação, a terceira lei de Newton: Para toda interação, na forma de força, que um corpo A aplica sobre um corpo B, dele A irá receber uma força de mesma direção, intensidade e sentido oposto.
Toda ação praticada produz uma reação, se fizer boas escolhas terei boas consequências, se minhas escolhas forem desequilibradas e desorganizadas, então... não reclame! Refaça novas escolhas, recomece, busque novas respostas.
Por que estou falando sobre isso, o que me levou a raciocinar neste sentido?
Notícias de uma reação que acabou afetando a todos nós, brasileiros.
Do que estou falando? Política?
Também, ela faz parte de todo este processo, essa movimentação caótica, que deveria estar nos empurrando para o admirável processo da educação de nosso povo, mas... infelizmente, esse processo não está se concretizando.
Por quê? Porque o governo não ajuda, não faz a parte dele, a corrupção nos rouba possibilidades de realizações... etc. etc. etc.
Também, tudo isso ajuda, mas o mais importante em todo esse contexto, para mim, para minha compreensão, está muito bem explicado numa fala famosa do filósofo francês Joseph-Marie Maistre (1753-1821): “cada povo tem o governo que merece”, datada de 1811. Na visão do filósofo enquanto não se concretizar o processo educacional do povo, ele não poderia ter direito ao voto, pois a ignorância os cegaria, e os transformaria em famigerada “massa de manobra” de políticos indignos, ávidos pelo poder e sem filosofia social e patriótica alguma.
Hoje, agora, no nosso amado Brasil, o que vemos acontecer nesse ambiente hostil e indigno que acabou por tomar conta da administração pública, tem relação direta com a falta de encaminhamento educacional do povo.
Nasci no ano de 1955, entrei para a escola aos sete anos, estudava no SESI na cidade de Franca, lembro até hoje dos professores, capacitados e amorosos.
Mudei para a cidade de São Paulo aos nove anos, fui estudar no Colégio Oswaldo Cruz, particular, fiquei por lá dois anos. Resolvemos, eu e uma irmã, mudar para uma escola pública, fizemos Vestibulinho e fomos para o Alarico Silveira, precisamos de aulas particulares no primeiro semestre para acompanhar os estudos na escola pública.
Isso é piada? Não mesmo, verdade verdadeira.
Tivemos um professor que marcou época, irreverente e ao mesmo tempo responsável no trabalho que abraçou, ministrar aulas de OSPB (Organização Social e Politica do Brasil) e EMC (Educação Moral e Cívica), objetivando a conscientização e a formação de cidadãos aptos exercer seus direitos e seus deveres. No final deste texto vou colar texto redigido por Nelson Ferreira sobre o assunto.
Hoje, se você perguntar a um jovem qual o objetivo de matérias como essas (OSPB e EMC), nem mesmo tem uma vaga ideia do que estaremos falando; muito menos o que seria a formação acadêmica de um cidadão.
As escolas não cumprem o seu papel e as famílias acabam acreditando que a formação moral e consciente de seus rebentos acontecerá na movimentação acadêmica, fato que também não está se realizando.
Em 2011 foi decidido pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura) pela não reprovação de alunos nos três primeiros anos do fundamental, o que isso acarreta para o aluno e para a escola?.
Concordo que cada caso é um caso, alguns destes alunos ainda não competentes para evoluir de uma série a outra, é passível de recuperação, por um motivo ou outro; mas, nesse processo de recuperação ele precisa ser acompanhado de perto por profissionais competentes e preparados para esse trabalho. Nós temos esse quadro de educadores disponíveis nas escolas públicas?
Não, não temos... são salas que abrigam, não raras vezes, mais de quarenta alunos, para uma profissional, logisticamente avaliando, impossível de ser concretizado esse processo de recuperação.
Para a classe mais abastada que pode pagar escolas particulares e profissionais que acompanhem extracurricular esses alunos, vá lá!
Vá lá, para onde?
Não sei, não vejo falar aqui na bendita lei de ação e reação, se houver comprometimento e disciplina, por parte da escola, da família e do aluno, tudo pode acontecer, com crianças e jovens de minha geração aconteceu e não vejo ninguém cortando os pulsos porque teve limites, pelo contrário, posso citar umas dúzias de professores que são exemplos para minha geração. Querem um exemplo: Violette Amary, mestra em português, em moral, em amabilidade e amor, duvidam? Ela tem facebook, visitem-na e descubram do que estou falando.
Outro aspecto que envolve inclusive a família, há limites exagerados entre educadores e educandos, concordo que precisávamos de algumas regras, mas que limitam a ação de professores dentro da sala de aula, oferecendo situações limítrofes a ação de menores em desequilíbrio.
Estou aqui questionando, só questionando! Sem intenção de causar polêmica, mas precisamos de algumas conclusões e rápido. Fico pensando seriamente no assunto, pois as eleições estão ai, e o processo de educação do povo nem mesmo deu sinais de ser iniciado.
Conversando com uma pessoa hoje, ela me disse que irá votar em determinado candidato, questionei sua decisão, porque o referido sujeito está na mira da justiça por corrupção, e ela me respondeu:
- Ah, dona Eliane! Ele é tão bonito!
Bom continuando...
Histórias de violência dentro das escolas, hoje, são corriqueiras... chegando a ser encarado como normalidade.
Ai eu pergunto isso é normal? Não, na minha visão não é.
Essa é uma reflexão minha, muito pessoal, baseada em minhas próprias experiências de vida.
Por que estou falando tanto em educação?
Porque educação é à base da evolução para qualquer sociedade, quando esse processo é comprometido por um motivo ou outro, a sociedade não evolui, não sabe de seus deveres e nem mesmo de seus direitos.
O voto fica comprometido dentro de um contexto mesquinho e pequeno, nossos representantes legais acabam por ser semelhantes a isso; e a formação de uma sociedade saudável não acontece.
O voto é trocado por bem menor, por promessas vãs, pela simpatia, pela crença religiosa, pela boa e falsa oratória e pelo triste assistencialismo (hoje temos bolsas a granel). Esse processo politico acaba por eleger os candidatos que falam o que encanta e tira do povo o que é necessário.
Nesse triste processo a pobreza aumenta, o povo limitado nas ações mais simples, como: educação, saúde, segurança, etc., etc. e tal, vive em estado miserável e as condições estropiadas e doentes acabam por minar a esperança e a fé no futuro.
Enquanto não soubermos avaliar candidatos da maneira correta, pesquisando, analisando o passado, as relações interpessoais e o plano de governo fundamentado, estaremos alimentando a nossa própria miséria social e cívica, e isso é muito triste e doloroso.
Enquanto não tivermos a certeza do valor de nossa voz, que cobra e avalia de maneira lúcida as ações e decisões de nossos funcionários, pois nós os elegemos para que cumpram suas promessas, estaremos à mercê dessa corja sem finalidade cívica e sem filosofias sociais sérias, estaremos elegendo as dilmas e os lulas, hoje notórias aves de rapina que denigrem a nossa pátria amada.
Levanta Brasil e que sua voz se faça ouvir nos quatro cantos desse planeta abençoado, mostremos ao mundo que o povo brasileiro é digno e forte e pode sim, modificar o rumo de nossa história, pois a terra que nos abriga é fértil e linda, devemos HONRÁ-LA acima de tudo e todos. Mostremos a nós mesmos que podemos mudar o colorido desse céu amado.


... Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!






Colunista avalia importância de duas disciplinas que já foram obrigatórios no currículo escolar brasileiro
Talvez muitos não se lembrem, mas OSPB (Organização Social e Política Brasileira) e Educação Moral e Cívica eram matérias obrigatórias no ensino público e particular, em todos os níveis, na época em que os nossos dirigentes políticos e os nossos presidentes eram verdadeiramente patriotas, cujo objetivo era dar ensino e subsídio para a formação de pessoas voltadas para o crescimento, e assim era redigido pelo Decreto-lei Nº 869 de 12 de setembro de 1969:

Art. 1º É instituída, em caráter obrigatório, como disciplina e, também, como prática educativa, a Educação Moral e Cívica, nas escolas de todos os graus e modalidades, dos sistemas de ensino no País.

Art. 2º A Educação Moral e Cívica, apoiando-se nas tradições nacionais, tem como finalidade:

a) a defesa do princípio democrático, através da preservação do espírito religioso, da dignidade da pessoa humana e do amor à liberdade com responsabilidade, sob a inspiração de Deus;

b) a preservação, o fortalecimento e a projeção dos valores espirituais e éticos da nacionalidade;

c) o fortalecimento da unidade nacional e do sentimento de solidariedade humana;

d) a culto à Pátria, aos seus símbolos, tradições, instituições e aos grandes vultos de sua historia;

e) o aprimoramento do caráter, com apoio na moral, na dedicação à família e à comunidade;

f) a compreensão dos direitos e deveres dos brasileiros e o conhecimento da organização sócio-político-econômica do País;

g) o preparo do cidadão para o exercício das atividades cívicas com fundamento na moral, no patriotismo e na ação construtiva, visando ao bem comum;


.............................................

Parágrafo único. As bases filosóficas de que trata este artigo, deverão motivar:

b) a prática educativa da moral é do civismo nos estabelecimentos de ensino, através de todas as atividades escolares, inclusive quanto ao desenvolvimento de hábitos democráticos, movimentos de juventude, estudos de problemas brasileiros, atos cívicos, promoções extra-classe e orientação dos pais.

..............................................
d) influenciar e convocar a cooperação, para servir aos objetivos da Educação Moral e Cívica, das Instituições e dos órgãos formadores da opinião pública e de difusão cultural, inclusive jornais, revistas editoras, teatros, cinemas, estações de rádio e de televisão; das entidades esportivas e de recreação, das entidades de classes e dos órgãos profissionais; e das empresas gráficas e de publicidade;


Lógico que como aluno e adolescente, naquela época de pouco entendimento e famoso "rebelde sem causa", era terrivelmente contra qualquer matéria que não fosse o Rock, o Surf e as brincadeiras com minha bicicleta e skate, ou as matérias curriculares obrigatórias e ditas "essenciais" como o Português, a Matemática, a História e Geografia, etc. Mas hoje, diante do desfecho político e social que estamos vivendo em eras de corrupção, desvios, pouca cultura à nível educacional e familiar, tenho entendido que carece em nossas instituições de ensino algo que faça com que os alunos repensem e deem valor a sua pátria, e com isso venham a ser por si só, cidadãos pensantes e honestos!
   
Por que será que os nossos políticos de hoje não se interessam a ensinar nos bancos escolares pelo menos alguns artigos da nossa Constituição Federa (CF)?! Seria porque não interessa a eles que a população passe a cobrar o que dela pertence e tem direito? Imaginem se todos passassem a cobrar o que manda o artigo 5º da CF em seu incisos:

XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado;

LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;


Em seu artigo 6º:

Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

Ou ainda em seu artigo 7º:

IV - salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim;

Assim por diante. Imaginem se fosse currículo escolar o civismo de amar a pátria para que com isso formássemos pessoas contrárias à inversão de valores e a qualquer forma de corrupção que enfraquece e onera os nossos cofres e desvia os recursos que deveriam ser aplicados em nosso próprio desenvolvimento, com certeza teríamos um país melhor e dificultaríamos a promoção de políticos assistencialistas e aproveitadores da pouca compreensão!
Por Nelson Ferreira


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

COMENTÁRIOS DE FABIO FERREIRA SOBRE O LIVRO SEMPRE HÁ VIDA - GRUPO: FÃS DE LIVROS ESPÍRITAS E EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA

Cheguei ao fim de mais uma edificante leitura, o livro "Sempre há vida" da querida Eliane Macarini, um livro muito envolvente do tipo que você não quer parar de ler.
Conta a história de Otávio um homem machista, autoritário e muito arrogante, e sua doce esposa Vera, que ele o humilha e a menospreza e muitas das vezes além de agredi-la
verbalmente também a agredia fisicamente principalmente quando chegava em casa alcoolizado, Hugo filho do casal apresentava um comportamento diferente dos outros meninos de sua idade, e seu pai muito preconceituosos não aceitava esse comportamento do filho onde o maltratava dizendo que não nasceu para ser pai de "maricas", e mesmo próximo de seu desencarne em um leito hospitalar, elabora um plano para vingar-se de todos, dentre eles sua própria esposa e filho. Enfim, é um livro de fácil compreensão, e que aborda temas como alcoolismo, preconceito, obsessão, ódio, a raiva, paciência, o perdão e o amor, onde nos mostra que sempre há vida para ser vivida.
..........................................................................
O que aprendi:
Que nunca devemos nutrir o ódio e o desejo de vingança, e que sempre devemos confiar nas leis Divinas, pois está tudo dentro dos conformes a qual nós mesmos planejamos antes de reencarnar. A obsessão pela vingança é um sentimento muito ruim, pois mesmo Otávio um dos personagens principal, ter desencarnado ele permanece junto ao plano em que vivia, ou seja, dos encarnados, onde acabava carregando o ambiente e atrapalhando o lar onde vivia, ele não percebia, mais o maior prejudicado por esse sentimento era ele próprio, pois a vida é eterna, e não acaba com a "morte".
..........................................................................
Frases marcantes:
" O sofrimento traz consigo a necessidade de buscar respostas para sanar a dor, e dessa forma, exercitamos a nossa inteligência, refletimos, analisamos e buscamos novas respostas através de um aprendizado lúcido e lógico, e assim acabamos por modificar a nossa própria visão do problema que andamos experimentando".
"Viva o dia de hoje o melhor que você puder, cuidando de suas atitudes e pensamentos. Isso é o mais importante, pois faz de nós seres mais educados emocionalmente e, portanto, mais aptos a fazer escolhas saudáveis".
"Para que tudo dê certo, basta que nos portemos com dignidade e fidelidade, assim, acabamos por equilibrar nossos pensamentos, nossos sentimentos e nosso querer".
"Deus não abandona nenhum de seus filhos, e aqueles que sofrem às incertezas do amanhã, a falta de fé em si mesmos e em Deus e reagem com maldades e desfaçatez são os mais necessitados, são aqueles que necessitam de nosso amor e de nosso perdão, o único caminho para a harmonia e a união de propósitos benéficos".
..........................................................................
Lições que ficam:
Devemos sempre perdoar, respeitar a individualidade de cada um, amar ao próximo, pois somente assim estaremos aumentando nossa evolução para um mundo melhor, e também para nosso bem estar e nosso crescimento espiritual.
Super recomendo e indico essa gratificante e edificante leitura, adorei, parabéns Eliane a ao espírito Maurício por nos proporcionar essa grande obra com grandes entendimentos e ensinamentos.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

SAUDADES SENHOR ELZO MACCARINI, SÓ SAUDADES!

Eliane Macarini, Elzo Maccarini e Ana Macarini
Hoje faz um mês que meu pai partiu. 
Não sei se consigo falar com naturalidade sobre esse fato, ainda dói bastante, sinto saudades, questiono algumas coisas, que fiz ou deixei de fazer. 
Ando naquela fase de avaliar esse relacionamento, mas também percebo que essa análise anda meio tosca, alquebrada pela dor dos últimos dias. 
Então... Deixo para lá, para no momento seguinte, num lampejo rápido ver o rosto de meu pai.
Foram doze dias internados, da última vez, porque no ano de 2015, estar por dias junto dele no Hospital São Francisco, era fato corriqueiro. Quando penso nesse fato vejo que posso olhar para o passado com tranquilidade, estava com ele e ponto. 
Voltando aos doze dias, foram difíceis, muito sofrimento físico, ele teve uma pneumonia aspirativa, e era um paciente de risco respiratório há mais de três anos, um enfisema pulmonar grave o debilitava e o mantinha preso a um concentrador de oxigênio.
Meu pai era um bom garfo, adorava comer, sentava à mesa no café da manhã com aquele olhar de expectativa... O que será que tem hoje?
Sentava à mesa no almoço e dizia: - Estou com fome, o que você fez hoje?
Às 4 horas da tarde ele aparecia na cozinha, olhava de um lado a outro e perguntava: tem lanchinho?
A sopinha do jantar era obrigatória, calor ou frio, ele a degustava com carinho.
E às 22 horas os remédios eram ingeridos com um chazinho de erva-doce. 
E naqueles doze dias antes de ser sedado, não podia comer ou beber nada. Quando passava o carrinho da copa pelo corredor dos quartos, seus olhos se enchiam de lágrimas. E várias vezes nos pedia, a mim e a minha irmã Ana Macarini, que nós lhe déssemos pelo menos um cafezinho.
Isso dói! Ele estava com fome e sede, perto de completar 90 anos, ele estava com fome e sede. 
Isso anda me perseguindo de forma... desequilibrada?
Não sei, mas dói.
Eu sou espírita, estudo muito, faço palestras, acredito em vida após a morte, em múltiplas vivências, acredito de verdade mesmo; mas, vivenciar esse conhecimento tem cobrado de mim, o exercício consciente do fato; mas... a emoção de estar presenciando o sofrimento de alguém que fez parte ativa em nossas vidas, a quem amamos irrestritamente, não raras vezes, rouba-nos a lucidez da reflexão... e questionamentos menores, desnecessários, os ranços vividos nestes momentos traumatizantes, voltam a nossa mente e nos cobra o devido lugar.
O que faço com essa dor latente que insiste em permanecer ativa? 
Viver o luto? O que seria isso?
De que maneira fazemos isso? 
Temos escolhas e podemos refletir sobre tudo? 
Refletir sem embustes, sem enganos, sinceramente?
Cada dor tem seu tempo, seu lugar, seu papel em nossas vidas. 
E ser espírita e portar conhecimentos sobre essa bendita filosofia, não nos permite dar saltos. 
Estou sofrendo e ponto. 
Preciso colocar cada sensação, cada sentimento, cada ação em seu devido lugar.
E hoje, agora, só posso dizer com certeza:
- Senhor Elzo estou com muitas saudades!


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

DEPOIMENTO DE SOL NEVES SOBRE O LIVRO "SEMPRE HÁ VIDA"


Terminei a minha 4° leitura do mês de Janeiro, o livro: 

“Sempre há vida” de Eliane Macarini.



O livro aborda os temas: alcoolismo, a violência doméstica, raiva, mágoa, sentimentos que nos causam sofrimento e dor.
A história é envolvente e de fácil compreensão.
Vera sofreu bastante durante toda a história, mas teve um final bem bacana. 
Confesso que odiei o Otávio, pela agressividade que tratava Vera e Hugo.
Achei o personagem Caio um querido, prestativo e amoroso.

O que aprendi com o livro:
=====================

• Que todos nós criamos um campo vibratório característico do nosso estado moral e emocional, e que quanto mais equilibrados estivermos, melhor a qualidade dessa energia.
• Que pedir ajuda espiritual e psicológicas são fundamentais para que as coisas entrem nos eixos.
• Que a baixa estima só atrapalha, não deixa a pessoa fluir na vida.
• Mais uma vez a importância do perdão, mas esse perdão precisa ser de coração.
• O amor sempre vai vencer.
• Que a oração fortalece o espírito
• Uma de nossas mais importantes responsabilidades é com nosso espiritual, e aceitar a limitação que o outro nos impõe sem motivo justo é sermos omissos conosco, é umas das maiores faltas que podemos cometer.

Frases marcantes:
===============

“ E todos nós somos médiuns. O que varia entre um e outro é a intensidade da capacidade de perceber o mundo dos espíritos.”

"Todos nós criamos à nossa volta um campo vibratório característico de nosso estado moral e emocional, ou seja, quanto mais equilibrados estivermos, melhor a qualidade dessa energia."

“O sofrimento traz consigo a necessidade de buscar respostas para sanar a dor e, dessa forma, exercitamos a nossa inteligência, refletimos, analisamos e buscamos novas respostas através de um aprendizado lúcido e lógico.”

“Não importa os sentimentos serem ruins, o que importa é o que fazemos com essas emoções.”

“Cada história é diferente da outra, cada ser sabe qual é o momento que marca o fim e uma época em sua vida, e o importante é que saibamos que todas as oportunidades de acordo foram tentadas.”

“ Viva o dia de hoje o melhor que puder, cuidando de suas atitudes e pensamentos. Isso é o que mais importa, pois faz de nós seres mais educados emocionalmente e, portanto, mais aptos a fazer escolhas saudáveis.”

“O que nos assombra na verdade é a nossa ignorância: quando temos certeza de quem somos, o que queremos e o que merecemos, as interferências externas não conseguem nos manipular, mas enquanto há dúvidas há fragilidades morais, há facilidade de invasão em nosso campo fluídico.”

A lição que fica do livro é se rever, sempre há tempo para melhorar, corrigir.
E que a vida sempre nos dará a chance de um novo recomeço.
Recomendo a leitura à todos.
Gratidão à autora Eliana Macarini pelo lindo presente.

#Semprehávida
#ElianeMacarini
#4leituradejaneiro

domingo, 29 de novembro de 2015

EU NÃO SOU VICIADO


EU NÃO SOU VICIADO, EU PARO A HORA QUE QUISER!




Você já ouviu alguém falando esta frase? Eu não sou viciado!

O que é ser viciado? No dicionário está explicado assim: Pessoa que se adequa, muito profundamente, a um estilo de vida, muitas vezes prejudicial ou incomum, ou ainda, que é dependente de alguma coisa ou substância ou alguém. Aquele que tem vício, corrupto, impuro, falsificado.  Defeito grave que torna uma pessoa ou coisa inadequada para certos fins ou funções, inclinação para o mal, desregramento habitual.

Triste o panorama mental daquele que por se ater a uma forma de pensar e agir, e acaba por comprometer a sua própria identidade, afinal quando rejeitamos a ideia que podemos ser submetidos a ações repetitivas, sem questionamentos ou reflexões, estamos no caminho do vício.
Estar viciado é uma situação transitória para as mentes criticas, pois estes, por mais que sejam tentados a ações que corrompem a sua integridade e liberdade, por prazeres momentâneos, acabam por questionar o resultado de seus atos. Os vícios nos levam a um estado de caos funcional, tanto no aspecto físico, como emocional e mental. Seja ele, o vício assentado em ações materiais, como a ingestão de alcoólicos, como o pensamento preso a ideias obsessivas.
Quando perdemos a liberdade de movimentação, também perdemos a clareza de raciocínio e a capacidade de elaborar projetos novos, pois sempre será um obstáculo a realização de atos ou manipulação de sentimentos, que irão nos roubar momentos de prazeres corrompidos, falsos e impuros.
O raciocínio corrompido acaba por distorcer a visão de mundo, que engessa nosso querer e a capacidade de criar e transformar.
A manifestação dos vícios materiais são apenas reflexos sutis de nossos vícios morais. Quem erradicou de sua mente vícios morais, não os manifesta através de ações e reações comprometidas com as imperfeições que ainda fazem parte de nossa formação pessoal.

Pensar sobre o nosso comportamento, a maneira como nos manifestamos no mundo, interior, muito pessoal em nível de pensamento, exterior através do convívio com nossos semelhantes, é buscar formas mais saudáveis de viver. Quando nos propomos a modificar nossa relação com o mundo, estamos também economizando momentos de sofrimento, afinal passamos a entender a responsabilidade que temos diante de toda forma de vivência, que alias, são resultados de nossas ações.

Na definição de viciado me chamou a atenção o seguinte: pessoa que se adequa, muito profundamente, a um estilo de vida, muitas vezes prejudicial ou incomum; isso fica bem claro, nada do que vivemos está fora de nosso panorama mental, precisa haver afinidade, desejo, prazer, caso contrário haveria rejeição natural ao fato ou à ação.

Se há o vício em substâncias químicas, como os alcóolicos e as drogas, é porque esse ato o atrai, não há culpados ou mesmo indivíduos que incentivaram a desenvolver o vício, apenas você que resolveu que dava conta de controlar algo, do qual não aceitou a gravidade de ação. E o caminho de volta é muito mais árduo e exigirá daquele que permitiu a existência desse vinculo terrível, decisão firme para reconstruir uma vida.

Há também os vícios comportamentais, como o sexo, a maldade, a maledicência, etc. todos vinculados ao nosso eu, intransferível e instrumentos de desequilíbrio e dor.

Na atualidade me preocupa sobremaneira o uso inadequado de uma belíssima ferramenta evolutiva, as redes sociais, os jogos interativos, a convivência impessoal e falsa diante de perfis criados para agradar ao outro, e que acaba por destruir a manifestação do eu verdadeiro.

Estava num restaurante com minha família, uma noite agradável, correndo atrás dos netos, rindo com as brincadeiras, vivendo uma relação que se desenvolve conforme aprendemos uns com os outros. Minha atenção foi desviada por uma risada alta, que começou e terminou diante de um celular, observei as outras pessoas da mesa, provavelmente uma família como a minha, mas cada um entretido no seu aparelho, não olhavam uns para os outros, apenas teclavam, intrigada percebi que riam ao mesmo tempo, ficavam sérios ao mesmo tempo, nem mesmo o garçom servindo o rodízio era percebido por eles. Triste impessoalidade, uma dessas pessoas, não tinha mais do que nove anos.

Esse desvio é tratado como transtorno do comportamento, há algumas clinicas que se adequaram para dar assistência a essas pessoas. 

"Em entrevista à Folha de São Paulo, o psicólogo do ambulatório de transtornos do impulso do Instituto de Psiquiatria do HC, Cristiano Nabuco, que atende viciados no Hospital das Clínicas de São Paulo, conta historias chocantes. Entre elas, o caso do homem que passou dois anos jogando, sem sair de casa, e a do adolescente que passava 40 horas ininterruptas no computador. Ele urinava e defecava nas calças. A obsessão invadiu até as paginas policiais, no ano passado, quando uma quadrilha sequestrou o melhor jogador brasileiro do game Gunbound. Como resgate, exigiram os pontos que ele acumulou em três anos de jogatina. No mercado negro, o credito virtual valeria R$ 15 mil."

ainda:

“O psicólogo Cristiano Nabuco explica que um jovem que tem baixa autoestima e dificuldade de se relacionar consegue constituir uma nova imagem e se esconder atrás do computador. “O caso do vício nos mais jovens é mais delicado e a tendência é que a intensidade do acesso nesta faixa etária da população seja mais acentuada”, explica o especialista.”

Atenção a tudo que nos acontece, principalmente, a nível mental, aos nossos sentimentos, como manifestamos nossos hábitos, pois a repetição constante de uma ação, num primeiro momento nos habitua a sua execução, para depois nos roubar a capacidade de raciocinar sobre os efeitos que nos causa, levando a dependência extrema em não raras ocasiões. Pare um momento no seu dia para avaliar as suas sensações e sentimentos, reflita e se necessitar modifique a forma como tem conduzido as suas ações mentais e comportamentais.

Estar viciado é um estado transitório para aquele que reflete e avalia a sua dor e a sua felicidade, pois até mesmo o estado feliz pode estar corrompido, adulterado, falsificado, o excesso de informação inútil que transita pela rede pode sobrecarregar a função mental dos menos avisados provocando doenças psicológicas e mentais, inclusive propiciando o isolamento social, provocando solidão doentia, disseminação de informações criminosas que acabam por ser banalizadas pela familiaridade, um exemplo é o aumento de usuários de sites de pedofilia.

Prestemos atenção em nós mesmos, em nossos pequenos que necessitam da supervisão e atenção de adultos mais equilibrados, façamos da internet um instrumento de verdadeira evolução para o ser, somente dessa forma haverá equilíbrio para todos nós, num planeta de criaturas mais sábias.

“Tenho mais compaixão do homem que se alegra no vício, do que pena de quem sofre a privação de um prazer funesto e a perda de uma felicidade ilusória”
Santo Agostinho

terça-feira, 17 de novembro de 2015

UM DIA FELIZ!



Não precisamos de muito para ser feliz! 

E não precisamos mesmo, vou contar a vocês uma experiência incrível que vivi em 15 de agosto de 2015. E tudo ficou melhor porque estava acompanhada de minha irmã amada Ana Macarini.

 Participei da 2a. Feira do Livro Espírita da Fraternidade Espírita Auta de Souza, em São Paulo, uma casa amorosa, de intensas vibrações de luz, onde fui recepcionada com muito carinho e amabilidade.

Após uma conversa entre amigos, num agradável Café Filosófico, fui convidada para uma sessão de autógrafos. Quando levantei os olhos, nem podia acreditar em tamanha surpresa, encontrei a minha frente nada mais nada menos do que Violette Amary, uma daquelas pessoas admiráveis que passam por sua vida, e deixam uma marca indelével, daquelas que nunca queremos nos livrar. 

Violette Amary é minha inspiração na literatura, uma professora de português, que conheci aos onze anos, e que acompanhou nosso grupo até o terceiro colegial, lembro de cada aula, de cada instrução recebida dessa pessoa impar. Sobretudo lembro do carinho, da amizade, do sorriso, da bondade, da compreensão, da retidão de caráter, mas acima de tudo do amor que demonstrava por cada um de nós.

Estou com sessenta anos, e conto dai, os amigos que deve ter conquistado pela vida afora, se vocês entrarem no facebook do Colégio Alarico Silveira irão entender do que estou falando.

O mundo precisa de mais Violettes, o mundo está carente de modelos de virtude, de respeito por alguém que se fez ser digna dele. Que você querida mestra e amiga seja inspiração a muitos que escolhem a área da educação para trabalhar. Peço a Deus todos os dias que a cubra de luz e paz.

Mas... as surpresas não pararam por ai, de repente olho de novo para cima e quem encontro? Outra criatura admirável, minha querida tia Ida, acredito que não há passagens significativas em minha vida infantil e juvenil que ela não estava presente, com esse mesmo sorriso e olhar encantador, aquele olhar que nos seduz pelo carinho e alegria.

Convivi com tia Ida um bom tempo, sei que passou por momentos difíceis, como todos nós passamos, mas não me lembro de queixas ou lamentações, mas sempre aquele rosto de semblante feliz, tia Ida é muito amada, ela conquistou esse amor, de seu marido, tio Edebar, a quem amo muito e a quem devo muito estar por aqui neste mundão de Deus; é amada pelos filhos, tenho certeza, um amor solto e leve, que construiu uma bela família. 

Junto com tia Ida, veio a Rita Maria, ah! prima de olhar brejeiro, você é linda, amo você; e trouxeram consigo o Matheus, filho da Carolina, o neto mais novo da tia Ida, um encanto, faz parte da família. Ainda tem o Fernando e a Carol, reforçando mãe do Matheus.


E uma nova surpresa aconteceu, logo na entrada, André, trabalhador da FEAS me avisou: Tem ai uma moça loura te esperando, Luciane Furlaneto Rizzo, nos conhecemos através do grupo Fãs de Livros Espíritas e Expansão da Consciência, ela veio me ver, me abraçar, uma amiga de carinho e paz. Uma surpresa feliz, num dia feliz e ... feliz!

Luciane o seu abraço está guardado em meu coração para sempre!



Obrigada a vocês por esse dia de carinho e amor, 
nunca vou esquecer. Amo vocês!




MEDO E CORAGEM
A tal da Coragem





Esse texto tem o perfil de uma pessoa
Que admiro muito,
Que amo muito,
Uma irmã querida,
Que anda dando conta de muitos leões,
Sem deixar carcaças escondidas em armários invisíveis.
Para você minha querida Ana Maria Macarini.
Amo você!



Estava pensando sobre o que é ter medo e arranjar coragem, de qualquer maneira, para superar limites. Por mais que tente definir um e outro, apenas consigo visualizar situações, que de uma forma ou de outra, eu preciso ir em frente, independente de estar ou não preparada para isso.
Isso me leva a refletir sobre o danado e saudável exercício de educar minha inteligência, afinal quando enfrentamos limitações é o que nos leva a procurar soluções diferentes às quais estamos acostumados. Este é o momento de voltar no espaço e no tempo em busca de situações semelhantes e usá-las para comparar com o que ocorre hoje, neste momento de dor, ou apenas de desconforto com a nossa realidade.
Temer é ceder à crença na própria incapacidade de refletir e raciocinar, e isso não é bom, pois apenas nos retém no lugar comum, o que costumamos definir como “zona de conforto”. Se analisarmos a tal “zona de conforto”, chegaremos à conclusão que ela não é tão confortável assim, ela é apenas familiar e manipulável, o que nos possibilita trabalhar a própria insatisfação de uma forma que a nossa rebelião soa como uma traição àquilo que está de “bom tamanho”, ou seja, não está do jeito que eu quero, mas está do jeito que dou conta sem muito trabalho.
A tal da coragem é olhar para o caminhar de nossa vida e descobrir que as pedrinhas que nos fazem tropicar, são lembretes de que precisamos encontrar soluções melhores, não mais aceitar o sofrimento, afinal a cada estocada que damos é mais uma dor a nos cobrar a tal felicidade.
Matar um leão por dia? É mesmo necessário?
Afinal, matamos o leão, mas ficamos com a carcaça a nos lembrar que ainda é um peso em algum lugar de nossa mente, talvez em alguma gavetinha bem escondida, onde trancafiamos nossos mais infelizes sentimentos?
E no acúmulo de gavetas, acabamos construindo armários imensos, que não nos libera espaço e tempo para enxergar a felicidade, a liberdade, a capacidade de realizar nossos milagres; mas, assim que percebemos sua existência, disfarçada de formas até atraentes, nos confina nas mais lúgubres paisagens.
Pessoalmente, vejo que as indecisões, as inseguranças, as dores, os temores, as doenças comportamentais, emocionais e mentais tem somente uma origem a insatisfação com o passo que damos para a direção não sonhada. Isso sem contar que todo esse desequilíbrio acaba por se manifestar em nosso corpo físico, originando doenças que, certamente, limitarão nossa ação nesse admirável mundo, que pode ser sempre renovado ou permanecer na obscuridade da incerteza.
O que podemos fazer para mudar esse rumo? Eu decidi que não deixo mais “se” e “talvez” ser inicio de meus últimos parágrafos, isso gera dúvida e incerteza sobre minha capacidade de esclarecer e por um ponto final. Acabo patinando sempre no mesmo lugar, o que nos causa frustração e desânimo, o que nos arremessa a um mundo mental depressivo e sombrio.
Resolve? Até agora consegui melhorar a convivência que tenho com o meu “eu”.
É a resposta? Não sei, até agora está dando certo, mas tenho certeza que esse estado de aprendizagem não termina aqui, mas abre novas perspectivas a novos questionamentos.
O que importa nesse momento é que estou caminhando, para onde? Não sei, ainda procuro respostas.
E você? Qual é sua dúvida?
Procure respostas, mas faça acontecer, através da verdade interior e não apenas na verbalização infundada e ciumenta da própria vida.
Viva, mas viva de verdade, intensamente, cada momento, seja ele de felicidade ou infelicidade, lembrando que eles existem e ignorá-los ou fazer de conta que está tudo bem é apenas um gesto triste de manter-se na retaguarda de si mesmo.
Vá, devagar, depressa, com passo firme ou trôpego, mas caminhe, o mundo gira e você não precisa ficar mareado, afinal fazemos parte dessa Natureza sábia.
É só acreditar! Em que? É só encontrar sua resposta! Simples assim, quem sabe na criatura, que é você, filha ou filho do Criador Supremo. Alguma dúvida?
Talvez você responda:
- Muitas!
Isso não é ruim, porque estamos aprendendo a encontrar respostas novas, modificando hábitos que reforçamos durante bastante tempo. E acreditem que não é porque descobrimos falhas de conduta que conseguimos fazer diferente, que tudo se modificará num passe de mágica, contudo isso acontecerá num passo firme e constante, aos poucos, nos tornando mais fortes e felizes.
Enquanto houver questionamentos saudáveis estaremos à caminho.
Vamos lá! O futuro nos espera e terá a qualidade que o nosso esforço pessoal realizar.


domingo, 15 de novembro de 2015

7o. FEIRÃO DO LIVRO ESPÍRITA DE ARARAS - 14.11.2015



Um dia de muita alegria e ótimo para acabar com as saudade, na Feira do Livro Espírita de Araras, coordenada pelo amável pessoal da IDE (Instituto de Difusão Espírita).

Foi muito bom estar com vocês, como sempre encontrei muito carinho e gentileza, pessoas que gostam de uma boa conversa, de livros cheirosos e novinhos, da boa literatura espírita e acima de tudo, que buscam amor e paz para nosso mundo.

Agradeço a amabilidade das Claudias, que nos auxiliaram durante todo o dia, um abraço bem apertado e agradecido.

A querida amiga Eliana Machado Coelho um abraço já de saudades.

Ao Ricardo obrigada pela paciência e gentil acolhida de sempre.

UM DIA BOMMMMMMM!